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Policia

Suspeito de matar prefeito de Granjeiro é preso no Crato, no Ceará

A prisão ocorreu na madrugada desta quinta-feira (9). Outras três pessoas foram conduzidas à delegacia

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Um suspeito de envolvimento na morte de João Gregório Neto, então prefeito de Granjeiro, no Ceará, foi preso na madrugada desta quinta-feira (9) no Bairro Muriti, no Crato, cidade do cariri cearense. O homem preso já possuía um mandado de prisão em aberto.

De acordo com o delegado Regional de Polícia Civil do Crato, Luiz Eduardo da Costa Santos, ele faz parte de uma quadrilha criminosa que furta veículos de concessionárias na Paraíba e repassa os automóveis de maneira ilegal para outros estados. Ainda segundo o delegado, o veículo utilizado no dia do assassinato do prefeito de Granjeiro pode ter sido cedido por eles.

O delegado afirmou também que dentro da residência, foram encontradas outras três pessoas que fazem parte da quadrilha e que podem ter participação no crime. O grupo estava na cidade do Crato para fazer a entrega de um outro automóvel e após receber denúncias anônimas os agentes de segurança monitoraram e veículo e chegaram até à residência dos suspeitos. A polícia continua com as investigações e reforçou que não vai divulgar nomes.

No último dia 20 de abril, outro suspeito de participar do crime, um homem de 31 anos, foi preso durante uma operação da Polícia Militar na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano. Ele foi capturado após praticar um golpe.

Anteriormente, no dia 3 de março, a Polícia Civil do Ceará já havia prendido um suspeito, José Plácido, que é tio do atual prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé. O homem teria atrapalhado as investigações, inclusive orientando testemunhas sobre o caso.

Tomé e o pai, Vicente Félix de Souza, de 60 anos, são suspeitos de envolvimento no assassinato de João Gregório Neto, então com 54 anos. Após a morte dele, o então vice-prefeito assumiu a prefeitura do município.

Os outros três presos pelo crime foram identificados como Carlos Alberto Ferreira Cavalcanti, Ronndinere Francino de Andrade e Carlos César Gonçalo de Freitas.

O crime aconteceu há pouco mais de seis meses, no dia 24 de dezembro de 2019. “João do Povo”, como era mais popularmente conhecido, foi morto a tiros enquanto caminhava próximo à parede do Açude do Junco, no município do Cariri.

A principal hipótese é de crime com motivação política, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS).

G1

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