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Brasil

Polícia mata 13 bandidos durante confronto com traficantes de comunidade

Segundo a polícia, criminosos dos Morros da Coroa e do Fallet disputam o controle do tráfico de drogas na região

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Um intenso tiroteio deixou 13 pessoas mortas nas comunidade do Fallet-Fogueteiro, em Santa Teresa, no Centro do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (8).

De acordo com informações da Polícia Militar, suspeitos participavam de um confronto com agentes do Comando de Operações Especiais (COE). A operação contou também com homens do Bope e do Batalhão de Choque. Segundo a polícia, a ação foi para combater o tráfico de drogas.

A PM relata que as equipes foram recebidas a tiros durante o vasculhamento e houve confronto. Dois baleados foram levados ao Souza Aguiar. Em outro ponto, armas foram apreendidas. Os militares teriam sido alertados de que uma van escolar seria utilizada para a fuga de criminosos. Três foram presos no veículo.

O Disque-Denúncia informa que, às 9h, recebeu uma ligação informando que os traficantes estavam reunidos numa casa de fundos da comunidade na Rua Eliseu Visconde. Cerca de 20 criminosos estariam fugindo da operação policial. Com essa informação, a PM chegou ao local.

Segundo a Polícia Civil, traficantes dos Morros da Coroa, e Fallet, estão em guerra desde a noite da última quarta-feira (6) pelo domínio do tráfico na região. A polícia disse que investiga o tráfico no local.

Matéria do G1

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Brasil

Militares de Maduro atiram contra índios na fronteira com Brasil, matam 2 e deixam vários feridos

Ao menos duas pessoas morreram e 14 ficaram feridas; fronteira foi aberta temporariamente para passagem de duas ambulâncias com destino à Boa Vista

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Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos duas pessoas mortas e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.

O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22. A cidade fica a cerca de 70 km de Santa Elena de Uairén, na divisa com o Brasil.

Os mortos são Zorayda Rodriguez, de 42 anos, e Rolando García, segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo De Grazia. Outras 14 pessoas ficaram feridas pelos disparos, algumas em estado grave.

De acordo com De Grazia, Rolando García foi transferido para o hospital de Pacaraima, mas não sobreviveu.

Os venezuelanos com ferimentos nos membros inferiores foram transferidos para o Hospital Rosario Vera Zurita, na cidade de Santa Elena de Uairén. Já os com ferimentos em membros superiores foram enviados para o Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista.

Segundo o deputado venezuelano Angel Medina Devis, os hospitais no país não possuem medicamentos e equipamentos adequados para tratá-los.

O bloqueio na fronteira em Pacaraima foi temporariamente suspenso para a passagem de duas ambulâncias que transportavam os feridos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, os feridos transportados ao Brasil saíram da Venezuela por volta das 11h do horário de Brasília e devem chegar a Boa Vista em breve.

O confronto

De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil.

Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.

Após o confronto, ao menos 30 moradores saíram às ruas e sequestraram três soldados venezuelanos. Segundo Tamara Suju, advogada e defensora dos direitos humanos, eles só serão liberados pelos indígenas caso o ministro da Defesa da Venezuela, Padrino López, vá buscá-los pessoalmente.

Os responsáveis pelo ataque aos civis, segundo dirigentes da oposição, são agentes da Guarda Nacional Bolivariana e da Força Armada Nacional Bolivariana.

Os ativistas pertenciam à tribo indígena Pemones, que se uniu ao esforço da oposição para levar as doações do Brasil, Estados Unidos e outras nações aos venezuelanos.

A mulher que morreu é uma vendedora de empanadas que estava na área onde ocorreu o enfrentamento, a comunidade de Kumaracupay, enquanto os feridos são todos homens.

Apenas três deles, e devido à gravidade do seu estado, foram transferidos imediatamente a um centro de saúde, pois, segundo De Grazia, não havia gasolina nem ambulâncias para transferir os demais de imediato. A ajuda chegou algum tempo depois e transportou mais algumas pessoas para receber cuidados no Brasil.

Na entrada da comunidade de Kumaracapai há uma placa com a inscrição “Guaidó presidente”. “Nunca apoiamos ou apoiaremos a ditadura”, disseram os índios a repórteres no local.

Bloqueio da fronteira

Na quinta-feira 21, o governo chavista de Maduro ordenou o bloqueio da fronteira com o Brasil por período indeterminado. O espaço aéreo entre os países também foi suspenso, por determinação do Instituto Nacional de Aeronáutica Civil.

O presidente venezuelano quer impedir que os venezuelanos entrem no Brasil para buscar a ajuda humanitária doada pelo governo brasileiro.

Maduro afirma que as ajudas são um “presente podre” que carrega o “veneno da humilhação”, apesar de reconhecer as dificuldades que a Venezuela atravessa. O chavista também já disse que não permitirá a entrada das doações, pois são uma tentativa de “invasão estrangeira”.

Além, do Brasil, Colômbia e Estados Unidos se mobilizam para enviar ajuda humanitária aos venezuelanos. Canadá e União Europeia (UE) também anunciaram doações em dinheiro, destinadas principalmente aos refugiados do país.

A situação econômica desastrosa da Venezuela é considerado pela ONU a mais maciça da história recente da América Latina. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas está asfixiado por uma profunda crise e pela hiperinflação, além de ser alvo de sanções financeiras dos Estados Unidos.

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Brasil

Mãe mata a filha de 3 anos, tortura, quebra membros e estupra com cano

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa

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Uma criança de apenas três anos de idade foi assassinada na manhã do último domingo, na comunidade Baixão Grande, em São Domingos do Maranhão, estado do Maranhão. A autora do Crime é a própria mãe da vítima, identificada como Deilandia dos Santos Assunção, de 19 anos.

O crime causou bastante repercussão na localidade. A população tentou linchar a acusada, em razão da crueldade com que se deram os fatos, mas a Polícia Militar evitou a ação e efetuou a prisão da suspeita.Além da mulher, o seu esposo, padrasto da criança, também foi preso. Segundo informações do delegado Rildo Portela, titular da 13ª Delegacia Regional de Presidente Dutra, a autora foi presa em flagrante por ter matado a sua filha de três anos.

Conforme o delegado Portela, a suspeita torturou a menina até a morte, quebrando seus braços e pernas e, como se não bastasse, ainda introduziu um pedaço de cano nas suas partes intimas e desferiu várias pancadas na cabeça, causando cortes profundos.

Segundo o delegado Portela, o principal suspeito de ter cometido o crime bárbaro era o padrasto da menina, mas, em seu depoimento, ele negou ser o autor do crime. Ainda, de acordo com Portela, a mãe da vítima confessou em seu depoimento que assassinou a própria filha.

Portela ainda disse que a acusada tinha pisado em cima da vítima e quebrado os seus braços e pernas. Conforme a polícia, a mulher também relatou que violentou a própria filha introduzindo um pedaço de cano nas suas partes íntimas.

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa.

O esposo da mulher prestou seu depoimento e, logo após, foi liberado, mas a polícia continuará o investigando. Também vai colher depoimentos de vizinhos. A acusada está presa e ficará à disposição da Justiça.

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Brasil

Túmulo de duas mulheres são violados e um cadáver sofre abuso sexual

Dois túmulos foram violados e um cadáver feminino  foi abusado sexualmente durante a madrugada da última sexta-feira, 15, no Cemitério São Pedro, na região central de Londrina, no Paraná

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A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso, denunciado por funcionários da Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf) que chegavam para trabalhar durante a manhã.

Segundo as informações, os funcionários identificaram dois túmulos violados. Uma das vítimas estava em estado avançado de decomposição e não foi retirada do caixão.

Já a outra vítima havia sido enterrada há 10 dias e foi retirada de dentro do caixão, levantando suspeitas de necrofilia, que é caracterizado pelo uso do cadáver como objeto sexual.

A criminalística realizou o exame no local e aguarda o resultado, que deve ser concluído nos próximos 15 dias. A Polícia Civil investiga o caso.

O corpo com sinais de abuso sexual, por sua vez, foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina, e a família comunicada sobre o caso.

Conforme Leonilso Jaqueta, superintendente da Acesf, a imagem encontrada pelos funcionários do cemitério foi chocante. O caso está sendo tratado como necrofilia, e a última vez que uma situação desta aconteceu foi ainda na década de 1998, no cemitério Jardim da Saudade (Zona Norte).

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