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Policia

Partiu do presídio ordem para matar agente penitenciário e a sua namorada, em Fortaleza

Maria Marissa de Sousa, 24, morreu no local, já o agente Edmar Silva Lima
foi socorrido mais não resistiu e também acabou falecendo

A ordem para matar um agente penitenciário e sua amante está sendo investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O crime de morte ocorreu neste fim de semana, em Fortaleza. Nesta segunda-feira (26), os inspetores daquela Especializada da Polícia Civil deverão voltar à cena do crime em busca de filmagens que podem ter sido feitas por câmeras de rua ou de imóveis do perímetro. As informações foram publicadas no blog do Jornalista Fernando Ribeiro.

O assassinato do agente penitenciário Edmar Silva Lima e da jovem Maria Marissa Pereira de Sousa, 24 anos, aconteceu na noite de sábado (24), em uma emboscada preparada pelos criminosos e que aconteceu na Rua Guilherme de Almeida, no bairro Parque Santa Maria, na Grande Messejana.

O agente penitenciário e sua namorada trafegavam em uma motocicleta quando foram perseguidos e baleados por bandidos que estavam a bordo de um automóvel. Edmar sofreu dois tiros na cabeça e ainda chegou a ser levado de ambulância para o Frotinha de Messejana e de lá para o IJF-Centro, mas não resistiu.

Marissa Pereira de Sousa sofreu cinco tiros, sendo dois na cabeça, dois nas costas e mais um no abdome, morrendo no local do atentado, de acordo com o que foi constatado pela equipe da Perícia Forense do Ceará (Pefoce).

O casal foi perseguido e baleado por quatro homens em um carro, no Parque Santa Maria

Presídio

AS primeiras informações colhidas pela Polícia indicam que o agente e a namorada podem ter sido mortos por ordem de um bandido que atualmente está preso. Ele seria o ex-companheiro da jovem que vinha tendo um caso com o agente. O nome do presidiário está sendo mantido em sigilo pelas autoridades.

Para despistar a Polícia e aparentar um crime de latrocínio (roubo seguido de morte), os assassinos roubaram a arma (pistola) de Edmar Silva. O agente não revelou para a família e colegas possíveis ameaças de morte.

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