conecte-se conosco

Oi, o que você está procurando?

Mceara.com

Policia

Pandemia da violência: facções voltam a praticar crimes cruéis com esquartejamentos

Em Sobral, foi localizado o corpo de um homem, crivado de balas e com as mãos amarradas

MCEARA.COM2020.06.04 12 10 38 001

Dois crimes brutais, com a marca da crueldade das facções criminosas, foram registrados nas últimas 24 horas no Ceará. Em um deles, a vítima foi esquartejada. No segundo caso, o homem foi assassinado com as mãos amarradas para trás, numa autêntica execução sumária. A Polícia investiga os crimes, mas ainda não há suspeitos da autoria.

O primeiro caso ocorreu na cidade de Sobral, na Zona Norte do estado (a 224Km de Fortaleza), onde na manhã desta quarta-feira (3) o corpo de um homem foi encontrado em um matagal no bairro Jardim das Flores. O cadáver estava crivado de balas e com as mãos amarradas para trás. Com a chegada da Polícia no local, a vítima foi identificada como Maílson Souza, conhecido pelo apelido de “Foguinho”, morador do bairro Alto do Cristo.

Propaganda. Role para continuar lendo.

Outro caso

Já no fim da tarde desta quarta-feira (3), a Polícia registrou uma ocorrência de achado de cadáver no bairro Alto Alegre, em Maracanaú, onde o corpo de um homem foi encontrado por Populares boiando debaixo de uma ponte do Anel Viário, nas águas do Rio Maranguapinho. O cadáver estava mutilado, com visíveis sinais de esquartejamento.

A Polícia Militar foi acionada para o local da ocorrência e pediu o apoio do Corpo de Bombeiros para o resgate do cadáver.

Propaganda. Role para continuar lendo.

O esquartejamento foi confirmado após a retirada do cadáver no rio. O homem estava morto sem os dois braços, cortados pelos assassinos e, ainda, não encontrados, provavelmente sendo arrastados pela correnteza.

O morto foi identificado como Francisco Gilson Prudêncio da Silva, 23 anos, natural de Caucaia. A Polícia não informou se ele tinha antecedentes criminais e quando ocorreu o crime.

Propaganda. Role para continuar lendo.

Via Jornalista Fernando Ribeiro

Propaganda. Role para continuar lendo.
Propaganda