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Pacto entre facções no Ceará faz índices de homicídios caírem em janeiro

Em áudio, recebido de uma fonte do sistema prisional, um criminoso afirma que um pacto foi firmado entre as facções; veja na reportagem

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Apesar dos ataques em série, a média de homicídios em Fortaleza diminuiu e atingiu o mesmo índice do período em que facções criminosas fizeram acordo de paz. Ao que parece, grupos rivais voltaram a firmar uma espécie de trégua.

Em áudio, recebido de uma fonte do sistema prisional, um criminoso afirma que um pacto foi firmado entre as facções.

O objetivo é atingir o Governo do Estado. “Foi dada uma trégua entre as ‘guerra’ de facções, pelo objetivo maior que é brigar contra o Governo do Estado, que tá querendo oprimir, torturar, matar nossos irmãos e todos os irmãos que se encontram no privado, entendeu?”, diz o áudio.

Em um outro áudio fica claro que, apesar da trégua, a rivalidade entre esses grupos criminosos não deixa de existir. “Não tem essa de irmão CV tá nadando na área de GDE, não. Porque se chegar lá os caras vão tirar onda. Do mesmo jeito é as ‘áreas’ que é CV. Para não perder o bem maior que é a vida”.

Para o Presidente do Conselho Penitenciário, Cláudio Justa, o período de trégua entre as facções traz impacto no registro de homicídios pela cidade, “não existe um trabalho em conjunto de todas as facções, o que existe um pacto de não agressão e cada facção faz sua ação de terror”, comenta Cláudio Justa.

Em 2015, no primeiro mês do Governo Camilo Santana, foram registradas 192 mortes em Fortaleza. A média era de 6,19 assassinatos por dia. Em janeiro de 2016, houve um acordo de paz entre as facções criminosas. Naquele mês foram 97 mortes. A média de assassinatos por dia baixou para 3,12 casos.

Em janeiro de 2017, a violência avançou: 122 mortes, com média 3,93 casos por dia. E em janeiro do ano passado foram 164 mortes. A média de assassinatos por dia subiu para 5,29 casos.


Matéria do Tribuna do Ceará

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Secretaria alerta para criação de perfis falsos de Mauro Albuquerque

Titular da Secretaria de Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, não utiliza nenhuma rede social

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Um perfil falso do atual secretário de Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, foi encontrado no Twitter. A página recebe atualizações desde 7 de janeiro, mas segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), não é oficial. De acordo com a pasta, o gestor não tem perfil em nenhuma das três principais redes: Instagram, Twitter ou Facebook.

As postagens apresentam supostas citações de Mauro e compartilhamento de notícias sobre as ações desenvolvidas pelo secretário na SAP.

Durante os ataques realizados por integrantes de organizações criminosas, diversos boatos sobre ações que não existiram foram compartilhados nas redes sociais. “É importante que o cidadão esteja atento e não compartilhe ou divulgue relatos incertos. Divulgar material falso é crime”, diz nota anterior, divulgada pela SSPDS.

O que diz a Lei

Comunicação falsa de crime ou de contravenção: Artigo 340 do Código Penal – Provocar ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado. Pena: detenção, de um a seis meses, ou multa.

Matéria do Cnews

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Ameaça de bomba: Polícia verifica que mala deixada na Praia de Iracema estava vazia; Assista

Caso foi registrado após mala suspeita ser abandonada na rua Antonele Bezerra. Equipe do Esquadrão Antibombas já está no local

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Uma ameaça de bomba foi confirmada na tarde desta terça-feira, 15, após mala suspeita ser encontrada abandonada na rua Antonele Bezerra, na Praia de Iracema.

Agentes do Comando Tático Motorizado (Cotam) isolaram parte da rua, no trecho correspondente entre rua Antônio Lima e avenida Barão de Studart. Equipe do Esquadrão Antibombas esteve no local e verificou que não havia conteúdo explosivo.

Ação do Esquadrão Antibombas contou com participação de cão farejador. Após vistoria, policiais verificaram que mala estava vazia, sem conteúdo explosivo.


Matéria do O Povo

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Policia

Jovem morta em shopping por ex já havia relatado ameaças a amigo no WhatsApp; veja conversa

No diálogo feito por meio de um app de mensagens, vítima relatou para um amigo detalhes do fim do relacionamento

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Em conversa com um amigo por meio do aplicativo de WhatsApp, obtida pelo Diário do Nordeste, Lidiane Gomes da Silva, morta a tiros pelo ex-companheiro dentro de uma loja em um shopping de Maracanaú, na manhã desta terça-feira (15), disse ter sofrido ameaças após ter terminado o relacionamento com o ex-namorado, Alighiery Silva. Após um diálogo entre os dois, ela afirma ter terminado de forma amigável com o homem. “Deixei aquele louco, não consegui mais depois daquele dia, aí tivemos uma conversa e rompemos”, relatou.

Na sequência das mensagens, o amigo pergunta se o término foi tranquilo. A vítima diz que foi chantageada com ameaças, mas que atualmente o ex-namorado a teria deixado em paz. “Ele falou um monte (de coisas), fez chantagem, me ameaçou, mas hoje ele está mais conformado, me deixou em paz. Tá só me ligando (sic), mas não atendo”, revelou.

Preocupado com as ameaças do ex de Lidiane, o amigo chama a atenção para o comportamento de Alighiery.”Tomara (que esteja conformado). Porque já vi muitas histórias assim não acabarem bem”, alertou. Lidiane ameniza a situação e diz que fez um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra Alighiery e que o ex não faria nada contra ela.

A vítima menciona, ainda, que o ex tinha uma filha de dois anos com a ex-mulher e que estaria reatando o relacionamento, o que a deixava mais aliviada. Lidiane ressaltou também que, apesar de não confiar muito, estaria tranquila pois, segundo ela, Alighiery ‘morre’ de medo de processo.

Por fim, o amigo cogita a possibilidade de uma reaproximação entre ele e Lidiane e chegam a marcar um encontro. “Você solteira, podemos nos aproximar de novo”. Lidiane o tranquiliza e sugere um encontro em Maracanaú por ser mais perto para ela. “Deixa de medo, ele não vai fazer nada. Relaxa. Por aqui mesmo (o encontro), Fortaleza é longe”, finaliza.

Confira a transcrição de um trecho da conversa:

Matéria do DN

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