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Restaurante Coco Bambu demite 146 funcionários e deve encerrar atividades no Ceará

A empresa ainda afirma que o número de desligados ainda pode aumentar porque as determinações estaduais “limita, em muito, nossa capacidade de funcionamento”

A rede Coco Bambu precisou desligar 146 funcionários de seu quadro de colaboradores desde a promulgação do decreto do Governo do Ceará, que reduz o horário de funcionamento de restaurantes no Estado.

De acordo com nota emitida neste sábado (20), a demissão destas pessoas foi necessária para manter o trabalho de outros 459 funcionários dos estabelecimentos. A empresa ainda afirma que o número de desligados ainda pode aumentar porque as determinações estaduais “limita, em muito, nossa capacidade de funcionamento”.

O Coco Bambu ainda afirma que, devido a estas medidas, está considerando a opção de encerrar de forma definitiva as operações de seus restaurantes no Ceará, Estado de onde é originário.

Em Fortaleza, oito espaços atuam com a assinatura da empresa. Um deles já foi fechado de forma permanente e outros dois estão fechando sob as consequências da pandemia há quase um ano.

Falando diretamente com os gestores do executivo local, a companhia pede que eles observem as ações tomadas pelos governantes de São Paulo e Porto Alegre. Nestes locais, houve a permissão que os horários dos estabelecimentos alimentícios funcionem em horário estendido.

A empresa ainda reforça sua participação no movimento “Restaurantes pela vida, e pelo trabalho”, que tem apoio da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e de sindicatos. É defendido a reabertura plena dos estabelecimentos, seguindo os protocolos de segurança, como distanciamento e redução da capacidade.

A nota emitida pelo Coco Bambu encerra-se ao afirmar que “os restaurantes são ambientes seguros, e por isso que estamos em defesa da vida, nossas vidas e de todos aqueles envolvidos direta ou indiretamente no setor de bares e restaurantes”.

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