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Onda de terror chega ao 5º dia, se espalha pelo interior e já soma mais de 100 ataques

Foram registradas ocorrências de ataques a prédio público, posto de combustível, carros, caminhões e ponte na BR-116; muitas delas no interior do estado

A maior onda de ataques criminosos no Ceará chega ao 5º dia neste domingo (6). Da madrugada de sábado até este domingo foram registrados ataques a prédio público, posto de combustível, carros, caminhões e ponte na BR-116.

Houve casos em Fortaleza, Acaraú, Aurora, Baturité, Marco, Maracanaú, Chaval, Tabuleiro do Norte e Pecém. Até as 9h deste domingo, o Sistema Jangadeiro já contabiliza 102 ataques em 32 municípios no estado. Veja o número atualizado de ocorrências.

Em um dos casos na capital, homens que tentaram atear fogo contra o Detran do Conjunto Ceará foram perseguidos pela polícia. Um dos suspeitos fugiu e dois foram baleados e morreram após chegar ao hospital.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o número de presos e apreendidos chega a 103. Do total, 53 capturas ocorreram após a chegada da Força Nacional ao estado.

5º dia de ataques

Neste domingo (5), o Ceará chega ao 5º dia de ataques criminosos. Essa é a maior onda de terror da história do estado, que causa prejuízos e deixa a população em pânico. Até agora, 103 pessoas foram presas.

Apesar da chegada da Força Nacional no Ceará na última sexta-feira (4), solicitada pelo governador Camilo Santana, os crimes continuam. Ônibus, caminhões, prédios públicos, supermercados, concessionárias, estacionamento de shopping, passarelas e fotossensores também foram alvos dos bandidos.

Em pichações deixadas em muros de escola municipal e posto de saúde, bandidos dizem que onda de ataques só vai parar com saída do secretário da Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque.

Diante da extrema violência, os ônibus seguem em operação emergencial, circulando com a frota reduzida e somente com a presença de três policiais em cada coletivo. Já as vans paralisaram as atividades desde a sexta-feira por falta de segurança.

As ações iniciaram após as declarações do secretário Luís Mauro Albuquerque, de que não reconhecia facções criminosas. Durante a posse, ocorrida no dia 1º de janeiro, ele adiantou que os presídios cearenses não serão mais divididos por facções. Em coletiva de imprensa, o secretário da Segurança Pública, André Costa, afirmou que a polícia não vai recuar aos atentados.

Matéria do Tribuna do Ceará

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