conecte-se conosco

Olá o que procuras?

Policia

Acaba de ser preso acusado de matar escrivão na Delegacia de Tauá

Antônio Josivan foi capturado pela polícia de São Bernardo do Campo (SP) após receber informações sobre o seu paradeiro fornecidas pela Polícia Civil do Ceará

Foi preso no final da manhã deste domingo o homem acusado de matar o escrivão de Polícia Civil, Aloízio Alves de Lima Amorim, de 60 anos, dentro da Delegacia Regional de Tauá.

Antônio Josivan Lopes Silva, de 30 anos, foi surpreendido por volta das 11 horas pela polícia de São Bernardo do Campo (SP) após receber informações sobre o seu paradeiro fornecidas pela Polícia Civil do Ceará apontando o local do refúgio naquele município paulista.

O crime aconteceu na madrugada do dia 30 de abril quando Josivan passou a ser um dos homens mais procurados do Ceará e até recompensa foi oferecida por informações sobre o refúgio dele. Naquela data, o escrivão Aloízio Alves fazia um procedimento após a prisão de Josivan para responder por tráfico de drogas. Num determinado momento e de maneira rápida, o criminoso apanhou a pistola do policial que estava sobre o birô com a qual atirou na cabeça do mesmo e, apesar de algemado, fugiu.

No último dia 27 de maio a polícia tinha apreendido em Paraipaba (CE) a adolescente de 16 anos que era namorada de Josivan. Existem informações que a descoberta do paradeiro dele se deu a partir de uma mulher que saiu do Ceará para encontrar o mesmo em São Paulo. Josivan, também, responde por assaltos a mão armada na região dos Inhamuns e será recambiado ao município de Tauá em nome da conclusão dos procedimentos que resultaram na Ação Penal por homicídio qualificado.

O escrivão Aloizio ainda foi socorrido às pressas ao hospital local, mas já chegou sem vida. No ano de 2012 ele trabalhou durante seis meses na 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro. Para o atual escrivão Mário Gomes, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Juazeiro, se tratava de um profissional da segurança muito dedicado na sua atividade.

Propaganda