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Mulher é condenada a três anos de prisão por ‘assédio sexual’ a macaco

Basma Ahmed foi gravada rindo ao tocar partes íntimas de animal em loja no Egito; vídeo provocou uma revolta no país muçulmano que é conservador

Uma mulher de 25 anos foi condenada por uma Corte egípcia a três anos de prisão por “assediar sexualmente” um macaco no norte do Egito, informou nesta sexta-feira (28) o jornal estatal Al-Ahram. Um tribunal na cidade de Mansoura acusou Basma Ahmed de “incitar a libertinagem” e “cometer um ato obsceno em público”, disse uma fonte judicial ao jornal.

Ela foi presa em outubro depois que um vídeo do ocorrido se tornou viral, particularmente entre jovens e estudantes. O vídeo mostra Ahmed rindo enquanto tocava os órgãos genitais de um macaco em uma loja de animais em uma cidade do Egito. Ela também fazia insinuações sexuais enquanto as pessoas em volta davam risada.

Na corte, ela “confessou o incidente, mas disse que não pretendia cometer um ato indecente e que ela estava fazendo cócegas no macaco”. O vídeo provocou uma revolta no país muçulmano que é conservador.

Em novembro, o fotógrafo dinamarquês Andreas Hvid acostumado a procurar pelas formas mais inusitadas de fazer sexo com alguém, teve sucesso ao escolher uma pirâmide egípcia.

O topo da mais antiga entre as Sete Maravilhas do Mundo, a Grande Pirâmide de Quéops, no Cairo, foi o lugar escolhido por Hvid para realizar o ato. Porém, o ato não agradou ao Ministério das Antiguidades egípcio, que classificou a ação como “violação da moralidade pública”.

Além das fotos publicadas por Hvid, a procuradoria-geral do país também está investigando a autenticidade de um vídeo que teria sido postado no YouTube, sem censura, e que também registrava a cena de sexo. O vídeo foi retirado do ar momentos depois de ser publicado.

O vídeo também mostrava o fotógrafo e uma amiga, identificada como Sarah, escalando as pirâmides – atividade considerada como crime no Egito, assim como a realização de atos obscenos em público. Khaled al Anani, ministro egípcio de Antiguidades, anunciou, por meio de um comunicado, no último dia 8, que pediu para que “sejam tomadas as medidas necessárias” sobre o vídeo e a fotografia que “atenta contra a moral”.

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