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Menina de 10 anos é internada com buraco na cabeça e médicos retiram mais de 50 larvas; Assista

Apesar das queixas da criança, a mãe tratava do caso com pomada sem levar a filha ao médico

A população do Recife ficou chocada com o caso da menina que precisou ser internada por causa de um buraco que apareceu em sua cabeça.

A menina foi internada no Hospital Maria Lucinda no bairro de Parnamirim na Zona Norte do Recife e o caso foi considerado tão grave que a criança teve que ser transferida para o pronto atendimento do Curado em Jaboatão dos Guararapes, onde passou por um procedimento cirúrgico para a retirada das larvas.

O conselho tutelar foi chamado e o caso tratado como negligência da família. O conselheiro decidiu afastar a menina dos pais por um tempo até que o caso seja investigado. Os pais da criança são vendedores de água no mercado de Cavaleiro: “A enfermeira retirou mais de 50 larvas da cabeça da criança.

Quando falei que teria que retirar a criança do convívio dos pais, a mãe se desesperou, mas pela gravidade do caso a família foi omissa. A criança vai ficar com a avó materna e o caso vai ser encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco”, afirmou o conselheiro tutelar.

De acordo com informações do profissional, a família pensava que era apenas um fungo qualquer e tratavam a menina com a pomada cetoconazol sem levar a filha ao médico apesar das queixas da criança:

“Os pais dizem que os outros filhos são maiores, mas precisa apurar o caso”, contou o conselheiro tutelar. O hospital informou que a criança está sendo tratada com antibióticos e remédios para aliviar a dor e não tem previsão de alta, caso seja necessário ela deverá passar por um novo procedimento cirúrgico:

“Na unidade ela recebeu os primeiros cuidados médicos e atualmente está sendo medicada com antibióticos e remédios para dor dependendo da evolução ela poderá ou não passar por novos procedimentos médicos, para resguardar a privacidade o direito dos pacientes”, outras informações precisam ser apuradas pelo Conselho Tutelar, informou o hospital.

O caso foi considerado extremo e será acompanhado de perto pelo conselheiro tutelar. Um caso inacreditável.

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