Mãe de Miguel diz como encontrou filho após queda: ‘respirava e olhava fixo’

A patroa de Mirtes terá que responder em liberdade

Policiais Civis prendem médico que atirou pedra e lesionou uma criança
Criança de três anos é torturada com fio de celular por quase 24h após fazer xixi na cama
Avó acorda e flagra marido prestes a estuprar sua neta de quatro anos

O caso que envolve o falecimento do pequeno Miguel, de 5 anos, vem repercutindo em todo o Brasil. Sari Corte Real, patroa da mãe da vítima, é acusada de ter cometido homicídio culposo e ter negligenciado ao zelar pela criança.

Mirtes havia levado o filho para o trabalho, na casa de Sari, onde atuava como empregada doméstica. Ao levar os cães da patroa para o passeio diário, o pequeno Miguel ficou no apartamento da patroa de sua mãe, porém quis descer ao encontro da doméstica.

Miguel entrou no elevador e foi parar no 9° andar, onde caiu de uma altura de 35 metros, após subir em uma estrutura de ar-condicionado. A patroa de Mirtes é acusada de ter apertado o botão do elevador e ter se omitido ao poder tirar a criança da zona de risco.

Em uma reportagem do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, Mirtes deu uma entrevista e relatou como teria encontrado seu filho após a queda fatal.

“Ainda estava tendo pulsações. Ele estava respirando. Mas assim… Ele não piscava… Só olhava fixo“, disse a empregada doméstica, enquanto chorava muito.

O pequeno Miguel chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Sari Corte Real chegou a ser detida, mas pagou uma fiança de R$ 20 mil e foi liberada.

O delegado do caso deu uma entrevista à TV Globo, na mesma reportagem em que a mãe da criança, e afirmou que a patroa “tinha o poder e dever de cuidar da criança“, mas ressaltou que a morte de Miguel foi uma tragédia e que Sari não teria a intenção de matar Miguel, portanto a pena correta teria sido aplicada.

COMENTÁRIOS