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Política

Suposta compra de votos leva o MPF dá parecer favorável à cassação de Ivo Gomes

Prefeito de Sobral já foi condenado pelo caso, mas recorreu da decisão

O POVO | O Ministério Público Federal (MPF) concedeu parecer favorável à cassação do diploma eleitoral de Ivo Ferreira Gomes (PDT). O político é acusado de comprar votos durante as eleições de 2016, quando concorreu — e venceu — a disputa ao cargo de prefeito de Sobral.

Para o procurador regional eleitoral Anastácio Nóbrega Tahim Júnior, não há dúvidas acerca da existência de provas suficientes contra o pedetista e a companheira de chapa, a vice-prefeita Christianne Marie Aguiar Coelho (PT).

No processo, aberto pelo deputado federal Moses Rodrigues (MDB), o juiz Fábio Falcão, da 24ª Zona Eleitoral de Sobral, julgou como procedente as acusações de que Ivo prometeu e entregou dinheiro em troca de votos.

Testemunhas

No fim do ano passado, o magistrado determinou a cassação do prefeito de Sobral, que recorreu da decisão. O Ferreira Gomes questionou validade dos depoimentos colhidos pela Justiça dos eleitores supostamente aliciados.

“As testemunhas estavam compromissadas e prestaram depoimento dentro das normas jurídicas, sem prejuízo ao contraditório e à ampla defesa dos investigados, que puderam atuar livremente em audiência”, rebateu o procurador regional eleitoral.

Em outro trecho, Anastácio Júnior conclui “não haver motivo para inadmitir como satisfatório conjunto probatório constante nos autos”. Para o procurador, as penas determinadas pelo juiz eleitoral devem ser aplicadas ao político.

O outro lado

Ivo Gomes, por meio de sua assessoria de imprensa, emitiu nota na qual reafirma a sua crença na Justiça e na lisura do processo eleitoral em que saiu vitorioso.

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Política

Em Xangai, eleitores dão vitória a Bolsonaro no primeiro turno

Boletim com resultados da votação na cidade chinesa foi acessado por meio de seu QR Code; Amoêdo ficou em segundo lugar

O resultado da votação dos brasileiros residentes em Xangai, na China, apontou vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, com 103 votos, o equivalente a 58,8% dos votos válidos. Isso significa que, para esse conjunto de eleitores, o ex-capitão do Exército venceria a eleição em primeiro turno.

O segundo lugar ficou bastante distante de Bolsonaro. João Amoêdo, do Partido Novo, conquistou 17 votos e foi seguido de Ciro Gomes, do PDT, com 16 votos. Geraldo Alckmin (PSDB) teve 13 votos. Fernando Haddad (PT) e Álvaro Dias (Podemos) tiveram sete votos cada. A candidata Marina Silva (Rede), conquistou cinco votos, o cabo Daciolo (Patriota), três, e José Maria Eymael (DC) dois votos. Os candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Henrique Meirelles (MDB) tiveram um voto cada.

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O código de verificação do boletim da seção eleitoral de Xangai é 01586544. Nesta seção, 195 brasileiros votaram, mas 175 foram considerados válidos. O total de eleitores nesta seção, porém, era de 626, dos quais 431 faltaram. A urna foi aberta às 8h (21h de sábado, em Brasília) e fechada às 17h (6h de hoje, em Brasília)

De acordo com o manual Boletim de Urna, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado pode ser emitido ao final da votação e fixado no local. “Encerrada a votação, a urna apura os votos e emite relatório com o resultado oficial da seção eleitoral”, diz o guia. “Esse relatório é documento público, cuja cópia é afixada no local de votação para que qualquer cidadão possa conferir. Além disso, cópias do boletim são garantidas aos fiscais partidários, podendo, ainda, ser entregues aos interessados presentes no momento do fechamento da urna.”

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Política

Edir Macedo declara apoio a Jair Bolsonaro

Nos bastidores, a expectativa é que Edir Macedo, dono da Record e líder da Igreja Universal, grave um vídeo de apoio a Bolsonaro ainda nesta semana

O bispo Edir Macedo, dono da Record e um dos líderes da Igreja Universal do Reino de Deus, disse no Facebook que apoia a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência. Em uma transmissão feita pelo Facebook neste sábado, um dos seguidores perguntou sobre seu posicionamento nas eleições. Macedo respondeu com apenas uma palavra: Bolsonaro.

A mesma pessoa que fez a pergunta reage dizendo que concorda com o bispo. E pede que ele faça uma declaração pública de apoio a Bolsonaro. “Seria interessante se o sr. e a cúpula da igreja viesse a público para exteriorizar este pensamento. Eu sou a Universal e também estou com Bolsonaro só que muitos de nossos membros ainda estão indecisos e uma palavra sua ajudaria muita gente a se decidir.”

Nos bastidores, a expectativa é que Edir Macedo grave um vídeo de apoio a Bolsonaro durante a semana. A Record transmite hoje à noite o penúltimo debate entre os presidenciáveis – Bolsonaro não deve participar, pois acaba de receber alta médica após se recuperar de um ataque a faca no abdôme.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Macedo reuniu a cúpula da Universal durante a semana e orientou o desembarque da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), que não decola nas pesquisas de intenção de voto. No mesmo encontro, ordenou que fossem direcionadas todas as forças e orações para Bolsonaro.

Facebook do Bispo Edir Macedo (Facebook/Reprodução)

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Política

Ciro diz que deixa política se Bolsonaro vencer: “vou chorar com a minha mãe”

Ciro Gomes faz promessa caso Jair Messias Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse que em caso de eleição de Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de votos, ele sairá da política e não integrará oposição a ele. “(Se Bolsonaro ganhar) Eu vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois eu vou chorar com a minha mãe. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é amor, paixão, confiança. Se nosso povo por maioria não corresponder, vou chorar”.

Em sabatina no jornal “O Globo”, o pedetista foi questionado sobre sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sobre por que ainda não foi visitá-lo na prisão, em Curitiba, onde está desde abril. Ciro afirmou que tentou em diversas instâncias e recorreu até o Superior Tribunal de Justiça para vê-lo.

“Não visito Lula hoje porque não é mais oportuno. Mas pedi à juíza de Execuções Penais, recorri ao Tribunal Regional, ao STJ, que demorou demais. Depois o critério mudou: botaram o Lula para decidir quem poderia ir, mas até hoje não fui distinguido com essa honra”.

A única vez em que sua ida foi cogitada pelo PT foi quando das conversas para que ele compusesse a chapa de Lula como vice. “Achei isso um insulto. Eu iria por razão pessoal, humanitária, não política. O Lula não é o satanás para mim, nem um deus. É um presidente que foi muito bom para o povo brasileiro e que merecidamente tem desse povo gratidão”, explicou.

“Mas isso não deveria obrigar nenhum de nós a achar que Lula é infalível. Ele indicou Dilma, ele escolheu Temer, escolheu Haddad pra ser prefeito de São Paulo e ele (Haddad) perdeu no primeiro turno na reeleição. É para a gente pensar. O Lula é uma pessoa boa, mas suas escolhas podem ser erradas”.

Durante a sabatina, Ciro foi questionado pelos jornalistas sobre a autonomia do Banco Central em um possível governo seu e disse que, se for eleito, terá o BC subordinado a ele. Sobre a indicação de ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a escolha de Alexandre de Mores, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, e afirmou que num governo seu só serão cogitados nomes que nunca tiveram envolvimento político-partidário.

Moro

Na sabatina, Ciro Gomes criticou a postura de juízes, como Sérgio Moro. “Não tem um debate no estrangeiro em que eu não encontre um desses aí. Não sei a que horas julgam. Tem cochicho no ouvido do Aécio (Neves)… Não sei se é porque estou velho, mas no meu tempo, juiz não ia nem para o bar. Ele não pode se dar a esse desfrute. Um juiz singular vai ter chibata moral da República? Essas coisas têm que ser sóbrias”.

Ele criticou ações da Lava Jato perto das eleições. “O objetivo da Lava Jato é passar para a sociedade brasileira que a impunidade não é mais um prêmio do bandido de alta coturno. Agora, causa constrangimento fazer isso agora. O Beto Richa… Isso tudo é muito estranho.” Ele reafirmou seu posicionamento anticorrupção: “No meu governo, se eu não roubo, não rouba ninguém para baixo”.

Comentando brevemente as pesquisas eleitorais, que o colocam em segundo lugar nas intenções de voto, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro disse que “ninguém acreditava” que seu desempenho seria bom. Afirmou, ao responder sobre um possível acordo com o PT num segundo turno contra Bolsonaro, que seu “inimigo” não é o partido de Fernando Haddad.

“Meu inimigo é o projeto (Michel) Temer, que é replicado pelo PSDB e pelo Bolsonaro, um projeto antipobre. Meu problema com o PT é o risco com que tem exposto o País de dançar à beira do abismo”, disse, referindo-se à demora no anúncio de Haddad no lugar do ex-presidente Lula, preso pela Lava Jato.

Num momento mais relaxado, de “terapia de grupo” com os jornalistas do Globo, falou de seu controle emocional. “Eu fiz uma opção de vida de devoção ao povo brasileiro. Sei que fica avizinhado à demagogia, mas é o sentido superior da minha vida. Devo ter pedido o primeiro voto da minha vida no berçário da maternidade. No primário já estava envolvido nas questões coletivas. Estou me controlando, sou avô. Mas não vou virar uma barata para ser presidente da República”.

[Matéria do Terra]

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Política

Após levar facada, Jair Bolsonaro dispara e vai a 30%; Haddad tem 8%, diz pesquisa BTG Pactual

Alckmin fica estacionado em 8%, Ciro Gomes está com 12% mais pode ser ultrapassado a qualquer momento

A 1ª pesquisa realizada inteiramente após o atentado sofrido na última 5ª feira pelo candidato do PSL a presidente, Jair Bolsonaro, indica que ele chegou a 30% das intenções de voto. O levantamento foi realizado pela FSB Pesquisa, que foi contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.

O estudo teve 2.000 entrevistas em todo o país, nos dia 8 e 9 de setembro (sábado e domingo). A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-01522/2018. Leia a íntegra do relatório.

Em 2º lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 12% —que na realidade está empatado tecnicamente na margem de erro com os 3 candidatos que vêm a seguir, todos com 8%: Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

CENÁRIO COM LULA

Quando o presidente Lula é cotado para o cargo no cenário espontâneo, ele aparece com 12% das intenções de voto. Neste cenário, Jair Bolsonaro (PSL) continua liderando com 26%.

Ciro Gomes se mantém logo atrás do petista e pontua 7%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e João Amoêdo (Novo) seguem empatados com 3%.

APOIO DE LULA A HADDAD

A pesquisa também sondou quais eleitores que votariam, com certeza, no ex-presidente Lula e poderiam transferir o voto ao ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. 63% afirmaram que não votariam de jeito nenhum, enquanto 20% disseram votar com certeza. 12% apontam que poderiam votar e 4% ainda estão indecisos.

REJEIÇÃO

Ao serem questionados sobre os candidatos que não votariam de jeito nenhum, os entrevistados apontam Marina Silva como a mais rejeitada, com 64%. Em seguida, Alckmin aparece com 61%.

Fernando Haddad e Henrique Meirelles aparecem empatados, ambos com 52%. Entre os nomes testados, Ciro Gomes e Bolsonaro aparecem com 51%.

RISCO DE NÃO VOTO

Todas as pesquisas mostram que boa parte da população ainda não tem candidato. O levantamento do BTG perguntou quem vai comparecer com certeza no dia da eleição. 74% confirmaram que com certeza irão votar e 13% disseram que provavelmente irão. Em contrapartida, 7% disseram que com certeza não irão votar e 3% dizem ainda estar indecisos.

Você pode ver a pesquisa completa neste link: BTG Pactual – Rodada FS3 (divulgação 10.09)

[Matéria do Poder360]

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Política

TSE ordena Facebook a retirar do ar publicação “Fake News” sobre Bolsonaro

A publicação traz uma foto do candidato acompanhada dos dizeres “não preciso votos de nordestinos”

O ministro Carlos Horbach, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou que o Facebook retire do ar, em 48 horas, uma publicação considerada como notícia falsa sobre Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência.

A publicação, feita em um perfil chamado Ed Oliveira Oliveira, traz uma foto do candidato acompanhada dos dizeres “não preciso votos de nordestinos”.

Horbach aceitou os argumentos da defesa de Bolsonaro de que a publicação veicula informação falsa. Para o ministro, a postagem atribui ao candidato “manifestação que se apresenta como completamente implausível, já que nenhum candidato desprezaria os votos de região que – segundo as estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral – conta com 26,6% dos eleitores brasileiros”.

“Há, portanto, veiculação de fato sabidamente inverídico, o que justifica a remoção do conteúdo impugnado”, decidiu o ministro.

Pesquisa não registrada

Em outra decisão, Horbach ordenou que o site O Antagonista retire do ar uma pesquisa de intenção de voto não registrada na Justiça Eleitoral. O ministro aceitou os argumentos da coligação Para Unir o Brasil, de Geraldo Alckmin (PSDB), que apontou não haver na postagem nenhuma informação que permita identificar a fonte do levantamento. O magistrado estipulou multa de R$ 30 mil por dia em caso de descumprimento.

[Matéria do InfoMoney]

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Política

Após JN, Bolsonaro conquista mais de 175 mil novos fãs nas redes sociais em 24h

Levantamento realizado pela consultoria Bites mostra que candidato ocupou os trending topics do Twitter no Brasil por 16 horas e provocou “grande perturbação junto à opinião pública”

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), entrevistado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, ganhou 175.031 novos seguidores em seus perfis no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube em um intervalo de apenas 24 horas. Os dados foram levantados pela consultoria Bites, especializada em monitoramento de atividades nas redes.

Segundo o estudo, ao qual o InfoMoney teve acesso, o saldo da entrevista de Bolsonaro ao telejornal de maior audiência do País corresponde a sete vezes as conquistas de Geraldo Alckmin (PSDB) nos últimos 30 dias e quatro vezes as de Marina Silva (Rede) no mesmo período.

O movimento gerado foi tamanho que a hashtag#bolsonaronojornalnacional ocupou os trending topics do Twitter no Brasil por 16 horas, sendo 11 delas antes mesmo de o telejornal ir ao ar. Bolsonaro terminou o dia com 909 mil referências neste microblog. Só para se ter uma ideia, Ciro Gomes (PDT) teve 40 mil menções no dia anterior, quando abriu a série de entrevistas com presidenciáveis no Jornal Nacional.

No YouTube, três vídeos publicados nesta quarta-feira já alcançaram 3,1 milhões de visualizações. No Google Brasil, o deputado viu o interesse dos internautas em buscas crescer seis vezes em relação à sua média dos últimos 12 meses. Em uma escala que vai de 0 a 100, Bolsonaro obteve ontem uma média de 25. Lula teve 3,2.

“A entrevista provocou grande perturbação junto à opinião pública digital e reforçou ainda mais a força do candidato no mundo digital, com impactos concretos nos resultados das próximas pesquisas eleitorais”, observaram os analistas da Bites.

“A premissa de que a Internet e as redes sociais funcionarão como caixa de ressonância da TV ficou evidente nessa terça-feira. Um candidato com grande ativo digital, líder nas pesquisas sem Lula, conseguiu mover a rede em sua direção. Tanto para ações positivas como reações negativas”, complementaram.

A expectativa dos analistas é que Bolsonaro mantenha seu atual patamar de intenções de voto nas pesquisas, com variações dentro da margem de erro. Com pouco tempo de televisão e estrutura partidária, o deputado deve usar o capital digital de que dispõe para fazer frente aos ataques que tende a sofrer de adversários, como o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Apesar do desempenho considerado positivo do candidato, um dos episódios mais comentados foi visto como ponto negativo em sua participação no Jornal Nacional. No desentendimento com a jornalista Renata Vasconcellos, o estudo mostra que, aos olhos dos internautas, Bolsonaro protagonizou situação semelhante àquele atrito com Marina Silva no debate da RedeTV!. A situação, porém, foi pouco explorada por adversários até o momento.

[Matéria do site InfoMoney]

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Política

No JN, Bolsonaro mostrou que será adversário duríssimo nessas eleições

Candidato enfrentou os jornalistas frontalmente, não fugiu dos conflitos e, quando não sabia o que responder, sacou tranquilamente suas frases de efeito. Funcionou

Jair Bolsonaro foi o entrevistado da vez. Não só sobreviveu, como conseguiu defender pontos de seu programa governo, trajetória e discurso.

Bolsonaro foi bem, estava preparado. A imprensa segue sem conseguir causar danos significativos ao deputado, que fortalece sua base mais e mais.

Enfrentou os jornalistas frontalmente, não fugiu dos conflitos e, quando não sabia o que responder, sacou tranquilamente suas frases de efeito. Funcionou.

O ponto fraco de Bolsonaro foi seguramente a explicação atabalhoada sobre a votação da PEC das domésticas, e também sobre a diferença salarial das mulheres. O PT certamente anotou isso. No conteúdo, foi mal. Na forma, foi bem: instalou uma contradição entre os apresentadores William Bonner e Renata Vasconcelos quando especulou sobre diferença salarial entre eles.

Bolsonaro saiu-se bem, e vai ser um adversário duríssimo nessas eleições.

Será interessante avaliar o efeito colateral das suas afirmações mais controversas: Bolsonaro quando coloca uma camada de concreto na sua intenção de votos, também tem reforçado sua rejeição.

Competitivo, brigador e representante de parcela grande da sociedade, Bolsonaro disse hoje coisas ao vivo na Globo que nunca antes ninguém teve coragem de dizer. Se assemelha mais a Brizola ao enfrentamento ao grupo de comunicação que ao PT, inclusive.

Se alguém ainda espera que Jair Bolsonaro seja desconstruído em entrevistas, não foi hoje que isso aconteceu.

[Matéria do site InfoMoney]

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Política

Lula ‘simplesmente não é, e nem pode ser, candidato’, diz MPF

Candidato do PT ao Planalto, Lula está preso desde 7 de abril em Curitiba

Em parecer apresentado ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), o MPF (Ministério Público Federal) reafirmou que considera o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inelegível. A manifestação foi feita na segunda-feira (13) dentro de ação em que o fotógrafo Ricardo Stuckert, que acompanha Lula há 16 anos, pediu para entrar na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba e fazer registros fotográficos e em vídeo do petista, além de entrevistá-lo.

“Importante enfatizar não haver qualquer dúvida jurídica de que a condenação em segundo grau (…) inviabiliza a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Então, ele simplesmente não é, e nem pode ser, candidato”, escreveu o procurador regional Mauricio Gotardo Gerum no parecer.

O ex-presidente está preso na sede da PF desde 7 de abril. Condenado em segunda instância no processo do tríplex, Lula está inelegível. Contudo, o PT irá registrar sua candidatura ao Planalto na quarta-feira (15) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), limite do prazo estipulado pela Justiça Eleitoral. A Corte deve definir a situação do petista até 17 de setembro.

Primeira instância negou

A juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, já havia negado o pedido na primeira instância. Agora, o pedido tramita no TRF-4, onde tramita a segunda instância da Lava Jato.

Desta vez, o procurador Gerum reforçou sua negativa a pedidos de entrevista com Lula, o que já havia feito, na semana passada, a respeito de um recurso semelhante feito pelo PT para que Lula pudesse participar de atos de campanha.

Uma vez inelegível, absolutamente descabida a concessão de entrevistas na condição de pré-candidato ao cargo de Presidente da República

Mauricio Gotardo Gerum, procurador regional

O procurador pontua que Lula “encontra-se cumprindo pena provisória em regime fechado, cerceado de sua liberdade e de todos os direitos que dela decorrem, como o de participar de um pleito eleitoral e dos consequentes atos de campanha.”

No parecer, Gerum diz que o direito de Lula ter contato com o mundo exterior “vem sendo rigorosamente observado” por meio das visitas de familiares, amigos e advogados, e também “por meio de correspondência escrita, da leitura e de outros meios de comunicação que não comprometam moral e os bons costumes.”

Sobre entrevistas, o procurador afirma que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que a Lei de Execuções Penais não normatizou as hipóteses de comunicação do preso, “dentre as quais não consta o direito de se entrevistar com jornalistas”.

O pedido foi elaborado pelo advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, que representa o fotógrafo na ação e é o responsável pelo registro da candidatura de Lula no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Casagrande Pereira dizia que a solicitação não fazia “respeito à prática de atos de campanha”, mas ao “interesse público coletivo em ter conhecimento da situação do ex-presidente dentro do encarceramento”.

Procurado pelo UOL a respeito do parecer, o advogado não se manifestou até o momento.

A situação deverá ser analisada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato no TRF-4. Não há prazo para que isso aconteça.

[Matéria do site Uol Notícias

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Política

Ciro volta atrás: só vai tirar nomes do SPC de quem fez dívida até 20 de julho deste ano

Alteração deveu-se a uma crítica recebida pelo FG de que pessoas poderiam fazer novas dívidas propositalmente com a expectativa de uma renegociação

Pouco menos de uma semana após anunciar proposta para tirar o nome dos brasileiros da lista de devedores do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), o candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes disse nesta terça-feira (15) que decidiu fazer uma alteração nas propostas apresentadas.

Segundo ele, se ele for eleito, só serão avaliadas as dívidas feitas até o dia 20 de julho deste ano, quando ele abordou pela primeira vez a intenção de renegociar a dívida dos cidadãos inadimplentes, descontando, por exemplo, multas e correção.

De acordo com o candidato, a alteração deveu-se a uma crítica recebida por ele de que pessoas poderiam fazer novas dívidas propositalmente com a expectativa de uma renegociação.

“Essa crítica me chamou a atenção de que não deve valer para a frente para não estimular ninguém a fazer crédito e depois não pagar de propósito”, disse.

[Matério do site Ceará News7/por Luciano Augusto]

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Política

Bolsonaro é o candidato que tem mais eleitores convictos, aponta CNI/Ibope

Dos eleitores que disseram que votarão no presidenciável do PSL, 34% afirmam que não mudarão seu voto em hipótese alguma

Revista Veja Online | O candidato à presidência da República Jair Bolsonaro tem o maior número de eleitores convictos, entre os quatro primeiros colocados da disputa pelo Palácio do Planalto. Dos entrevistados que disseram que votarão no representante do PSL, 34% não mudarão seu voto em hipótese alguma.

Ainda entre os convictos, Ciro Gomes fidelizou 26% de seu potencial eleitorado, enquanto 23% e 22% optaram Geraldo Alckmin e Marina Silva, respectivamente. Sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa, Jair Bolsonaro liderada a corrida presidencial com 17% dos votos, seguido por Marina Silva (13%), Ciro Gomes (8%) e Geraldo Alckmin (6%).

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 21 e 24 de junho, e os dados sobre intenção de voto foram divulgados no dia 28 de junho – as informações reveladas nesta quinta-feira são um detalhamento do material.

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