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Polícia impede uma nova chacina na Grande Fortaleza

Líder de grupo criminoso foi morto durante o confronto com os agentes de segurança. Três pessoas foram presas. Todos são da mesma família

Cnews | Um homem foi morto e três pessoas foram presas no Iguape, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza. O grupo se preparava, segundo a Polícia Militar, para cometer uma chacina na comunidade Taperas, no mesmo município. Durante a abordagem, houve troca de tiros entre o grupo e os agentes de segurança.

De acordo com a Polícia Militar, uma viatura estava passando nas proximidades, realizando um trabalho de abordagem, quando recebeu a denúncia que um grupo se preparava para cometer uma chacina contra inimigos. Os policiais se aproximaram do local onde foram informados que os suspeitos estavam e foram alvo de tiros. Os agentes revidaram.

Em meio ao tiroteio, Francisco Régis Alves da Silva (18), considerado líder do grupo e chefe de facção no Iguape, foi baleado. O suspeito ainda foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Foram presos: Larisse Silva de Oliveira, esposa do homem; Mateus Alves da Silva (20), irmão e a mãe de Régis, Marta Alves de Brito (36). Além das prisões, a Polícia apreendeu maconha, uma pistola 380 e uma espingarda calibre 12.

O trio foi levado para a Delegacia Metropolitana de Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza.

Outras chacinas

Em 2018, três chacinas foram registradas no Ceará. A primeira, em 8 de janeiro, deixou quatro jovens mortos em Maranguape. Um grupo suspeito foi preso, dias depois.

A segunda aconteceu no dia 27 de janeiro, deixou 14 pessoas mortas e é considerada como o maior massacre da história do Estado, repercutindo internacionalmente. Após a tragédia, a Secretaria de Justiça se comprometeu a retirar as celas de todas as delegacias do Ceará.

A terceira aconteceu em Itapajé, quando dez presos foram assassinados na Cadeia Pública. O crime aconteceu dias após o “Massacre das Cajazeiras”. As investigações apontam que uma adolescente foi responsável por entregar as armas utilizadas no crime. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos pediu que as autoridades cearenses e brasileiras investigassem e esclarecessem as circunstâncias em que os fatos aconteceram, para identificar e punir os responsáveis.

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