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Mulher é ’embalsamada viva’ e morre após médicos cometerem terrível erro

Ao invés de soro, doutores aplicaram em Ekaterina Fedyaeva uma substância usada para preservar cadáveres, o que fez ela sofrer dores fortíssimas

BN | Imagine que uma pessoa precisa fazer uma cirurgia – a qual seria muito simples na teoria –, mas então, durante o procedimento, acaba ocorrendo um terrível Erro Médico, e o(a) paciente morre depois de sofrer dores praticamente insuportáveis.

De forma trágica, segundo os sites The Washington Post e RT, a situação descrita acima aconteceu recentemente com uma mulher de 28 anos de idade que vivia na cidade de Ulyanovsk, situada na região oeste da Rússia. A vítima em questão, Ekaterina Fedyaeva, faleceu na última quinta-feira (5) depois que alguns médicos do hospital local cometeram um terrível erro: eles usaram formol na cavidade abdominal da mulher ao invés de soro fisiológico – ou seja, na prática, ela foi “embalsamada viva”, uma vez que a substância é comumente utilizada para evitar a decomposição de cadáveres.

O incidente teve início no dia 15 do mês passado, quando foi marcada para Ekaterina a realização de uma laparoscopia, cujo objetivo era a remoção de cistos no ovário. Costumeiramente, essas bolsas cheias de líquido que surgem no órgão feminino desaparecem sozinhas, mas em alguns casos – como no da paciente russa –, é necessária uma intervenção cirúrgica.

A operação estava sendo conduzida pela Dra. Valentina Rodionova, chefe do departamento de ginecologia do hospital, e então uma das enfermeiras da equipe médica erroneamente despejou a solução contendo formaldeído na cavidade corporal da mulher, em vez de solução salina.

Dores excruciantes e febre indicaram problema sério

Logo após acordar da cirurgia, Ekaterina Fedyaeva apresentou febre alta, e passou a reclamar de dores extremamente fortes na região do abdome.

O estado de saúde da paciente se deteriorou rapidamente, e quando foi descoberto o terrível erro que havia acontecido, os médicos tentaram lavar a cavidade abdominal para remover a substância altamente venenosa, mas já era tarde demais: os órgãos da mulher começaram a apresentar falhas múltiplas.

Em condição crítica, Ekaterina foi transportada para o Centro Médico e Biofísico Federal de Burnazyan, situado em Moscou, onde aparelhos de suporte à vida mantiveram-na viva. Naquele local, a russa recuperou a consciência por um curto período de tempo, mas seu organismo não se mostrou capaz de eliminar o formol, e ela acabou falecendo.

De acordo com Rashid Abdullov, ministro da Saúde, Família e Assistência Social da região de Ulyanovsk, a tragédia aconteceu porque a equipe médica “não leu o rótulo do frasco” que foi usado durante a operação.

Uma investigação criminal sobre o incidente está em curso, e as pessoas envolvidas na realização da catastrófica cirurgia foram demitidas.

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