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Homem é encontrado decapitado, a barriga aberta e com o coração arrancado; imagens fortes

A cabeça decepada fora do pescoço foi deixada no local pelos criminosos

Portal do Zacarias | Um homem com idade aproximada de 25 anos foi assassinado de forma cruel e seu corpo foi encontrado ainda na madrugada deste domingo no ramal do Ipiranga, dentro de uma área de mata no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus.

Ele foi decapitado e também teve a barriga aberta a golpes de faca e machado, armas estas que foram encontradas jogadas em um matagal perto de onde estava o cadáver encontrado por moradores do ramal por volta das 02h30.

O homem trajava apenas uma bermuda branca e não foi encontrado nenhum documento que possibilitasse a sua identificação no local, de acordo com os policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

A cabeça decepada foi deixada no local pelos criminosos, que não apenas abriram a barriga do homem mas também arrancaram fora o seu coração, que não foi achado pelos policiais.

A crueldade aplicada em crimes como esse, segundo a equipe de investigação da DEHS, geralmente é prática utilizada entre traficantes de drogas ligados a facções rivais, e o homem assassinado pode ter sido mais uma vítima dessa guerra sangrenta.

O corpo foi examinado no local do crime por um perito do Instituto de Criminalística (IC) e depois a equipe do Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção e até às 10h da manhã deste domingo continuava sem identificação.

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Menina morta a facadas contou a amigos sobre os abusos do pai: ‘Tinha 4 anos e vi tudo’; Ouça

Letícia Tanzi foi esfaqueada depois de uma briga com o pai, que tinha acabado de deixar a prisão em São Roque (SP). Horácio Nazareno Lucas está foragido há quase 15 dias

A estudante Letícia Tanzi, de 13 anos, morta a facadas em casa após discutir com o pai, que tinha acabado de sair da prisão, desabafou com amigos sobre a vida que levava em casa. Horácio Lucas Nazareno cumpria pena por estupro cometido em 2010, mas conseguiu o direito de recorrer em liberdade.

Ao sair da prisão, Horácio foi para casa e procurou a filha para que ela retirasse uma denúncia de estupro contra ele, feita depois dele ser preso. Como a adolescente se recusou, Horácio agrediu a mulher e matou a filha. Ele está foragido desde então, mas tem sido visto por moradores na zona rural da cidade.

O G1 obteve com exclusividade nesta quarta-feira (17) conversas de Whatsapp em que a adolescente conta a amigos que viu quando o pai estuprou a tia, em 2010. A conversa aconteceu logo após a prisão dele, em 8 de junho. (Ouça acima o áudio)

“Cara, eu tinha quatro anos e eu vi tudo, ele fez na minha frente, na minha frente, cara. Eu tenho um ódio gigantesco dele por outros motivos também, mas enfim, isso não vem ao caso.”

No mesmo áudio Letícia fala que sentiu alívio com a prisão do pai.

“E tipo, a minha mãe me ligou de madrugada contando [sobre a prisão], falando, e eu fiquei, tipo ‘mano, eu não acredito!’. Tipo, na hora foi meio que um choque, mas, ao mesmo tempo, um alívio.”

Em seguida, ela fica desesperada ao falar que a mãe contratou um advogado para tirar o pai da prisão, mas mostra esperança ao acreditar que Horácio ficaria alguns anos preso.

“Mas, enfim, mano, mano, mano, minha mãe vai ter que gastar R$ 11 mil pra tirar ele de lá. Eu não quero que ele saia, eu não quero. Por mim, ele que fique lá. Mas sei lá, não sei, não sei. Por que, tipo, não sei se ele vai sair, porque vai ser um processo bem demorado, é capaz dele ficar alguns anos lá e, sei lá, eu sinceramente não quero morar mais em casa se ele voltar.”

Ao contrário do que ela previu, no entanto, o pai foi solto apenas três meses depois de ser preso, ao receber o benefício de recorrer da condenação em liberdade.

‘Pedófilo’

Em uma conversa obtida no celular de Letícia, ela conta a uma amiga que era abusada pelo pai desde 2017 e que a mãe nunca desconfiou dos abusos.

Adolescente contou que era abusada pelo pai Letícia Tanzi, morta a facadas em São Roque, contou aos amigos que foi estuprada pelo pai, que está foragido suspeito de cometer o crime — Foto: Reproduçãp/Arquivo pessoal

Em outro registro, um amigo que aparentemente conheceu Horácio comentou que ele parecia ser uma boa pessoa, e logo foi rechaçado por Letícia, que chamou o pai de “pedófilo”. Ao ver a surpresa do amigo, ela explicou o que tinha acontecido e o que a levou a denunciar o pai por estupro. Confira abaixo:

Letícia Tanzi, morta a facadas em São Roque, contou aos amigos que foi estuprada pelo pai, que está foragido suspeito de cometer o crime — Foto: Reproduçãp/Arquivo pessoal

Outra conversa mostra quando a vítima falou sobre os abusos sexuais para outro colega. Neste caso, Letícia contou que a mãe ainda não sabia disso e disse que não sabia como contar que também tinha sido estuprada.

A conversa também aconteceu dias depois da prisão de Horácio, e mais uma vez ela disse que estava em paz por estar longe do pai. Ela diz que o pai chegava em casa bêbado e batia na mãe. “Quebrava tudo”, escreveu a adolescente:

Adolescente morta a facadas em São Roque contou em mensagens que estava aliviada com a prisão do pai pelo estupro da tia — Foto: Reprodução

Matéria do G1

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Bebê de 5 meses morre com sinais de estupro e padrasto é suspeito

Irmão da menina, de 11 anos, morreu no sábado (13) e o padrasto está preso suspeito dos crimes

Maria Vitória Veras dos Santos, de 5 meses, morreu ao meio-dia desta segunda-feira (15), devido aos graves traumas decorrentes de agressão e com sinais de violência sexual. O padrasto está preso suspeito de estuprar e matar a menina e do homicídio do irmão dela, Kaio de Sousa Santos, de 11 anos.

A menina teve perfuração de pulmão e morreu em decorrência de uma insuficiência respiratória no hospital regional Tibério Nunes, em Floriano, 144 km de Teresina.

De acordo com o pediatra que atendeu a criança, a menina chegou ao hospital no sábado (13) com múltiplos traumas, sendo o mais grave uma fratura de tórax. Uma das costelas causou perfuração de pulmão.

Os médicos realizaram a entubação, para que a menina respirasse com ajuda de aparelhos, e uma drenagem de tórax, que não foram suficientes. A menina morreu na UTI.

Investigação

Maria Vitória era irmã do garoto de 11 anos que morreu na madrugada do dia 13, em Brejo do Piauí. A polícia investiga o padrasto das crianças, suspeito das agressões. Inicialmente, ele teria informado aos policiais que o garoto seria o responsável por agredir a irmã. A polícia, contudo, acredita que o homem derrubou o bebê da cama, causando os traumas.

“No interrogatório, ele alegou que apenas conteve a criança de 11 anos, porque ele [Kaio] estaria possuído por um espírito maligno, mas a declaração de óbito atestou a morte do menino por estrangulamento, o que se une ao depoimento da mãe da crianças. Quanto à bebê, pedimos também uma perícia sexológica, porque a mãe disse que ele era muito possessivo e tinha ciúmes da menina, e o laudo deu positivo para violência sexual”, declarou o delegado Yan Brayner.

A mãe informou em depoimento que o padrasto matou o garoto e agrediu a menina. Ainda não há informações a respeito da motivação do crime. Ele está preso em flagrante e deverá responder por estupro de vulnerável e duplo homicídio.

Matéria do G1

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Bebê de sete dias morre em hospital após receber leite na veia

Suspeita é de que técnica de enfermagem tenha injetado leite na veia de menino

Um bebê de sete dias morreu na madrugada deste domingo (14) após um procedimento no Hospital Centenário em São Leopoldo, no Vale do Sinos. Para a família, houve negligência de profissionais da casa de saúde nos cuidados a Miguel, que nasceu prematuro de 34 semanas.

A mãe da criança, Joceli Alves de Oliveira, foi informada no sábado (13) que uma técnica de enfermagem teria injetado leite na veia da criança na noite do dia anterior, confundindo a sonda de alimentação com o acesso de sangue.

— Me falaram que aconteceu um erro e que meu filho já estava na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Não tive coragem de ir lá ver. Só conseguir ir vê-lo à tarde. Ali eu vi que ele já estava mal — conta Joceli.

A mãe relata que não pôde permanecer no hospital com a criança durante a noite. E, por volta das 6h30min, foi chamada às pressas para o local, quando foi avisada do óbito.

O corpo dele está sendo velado na Funerária Santo Antônio, em São Leopoldo. O sepultamento ocorre na manhã desta segunda-feira (15) no Cemitério São Borja, em São Leopoldo. O horário ainda está indefinido.

Funcionária teria sido afastada

Segundo a família, a funcionária do hospital teria sido afastada na sexta-feira (12), dia do procedimento incorreto. Em nota, a casa de saúde lamentou o ocorrido e informou que foi instaurada uma sindicância para apurar o caso. Além disso, a casa de saúde informou que procurou a polícia para registrar ocorrência. A família também fez outro BO.

Conforme a Polícia Civil de São Leopoldo, os registros vão ser encaminhados para a 1ª Delegacia de Polícia, que investigará o caso. Segundo o delegado regional Rosalino Seara, o pai da criança já foi ouvido e os investigadores ainda aguardam exames periciais.

Confira a nota na íntegra:

“A Fundação Hospital Centenário lamenta profundamente o falecimento do recém-nascido Miguel Oliveira de Lima, ocorrido neste domingo (14), e expressa seu pesar e solidariedade à família. Ao ser informada do ocorrido, a direção da instituição, imediatamente, ordenou o registro de ocorrência policial, para o esclarecimento de todos os fatos. No âmbito administrativo, será instaurada sindicância, para que não restem dúvidas quanto às práticas adotadas nesse trágico episódio.”

Matéria do GaúchaZH

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Vídeo mostra o momento em que vigilante mata porteiro por causa de papel jogado no chão

Segundo Polícia Civil, Wallas Gomes de Lima, de 27 anos, fugiu depois do crime e é procurado pela corporação. Guilherme Alves Preira, de 23 anos, morreu na hora

A Justiça decretou, neste domingo (14), a prisão preventiva do vigilante Wallas Gomes de Lima, de 27 anos, suspeito de matar a tiros o porteiro e colega de trabalho Guilherme Alves Pereira, de 23 anos, em Itumbiara, na região sul de Goiás. Pouco antes de ser morto, a vítima enviou um áudio para um parente dizendo que era ameaçada por Wallas.

O delegado regional de Itumbiara, Ricardo Chueire, informou, por volta de 13h45, que Wallas ainda não havia sido localizado e era procurado pela corporação. “Pedimos a prisão preventiva ontem, e ela foi decretada hoje”, disse.

O G1 não localizou a defesa de Wallas até a última atualização desta reportagem.

Na mensagem encontrada no celular da vítima, Guilherme afirma que, se algo acontecesse a ele, seria cometido pelo “gordinho que trampa” no local, se referindo a Wallas.

“Ô, faz só um favorzinho para mim parceiro. 6h você encosta aqui no serviço fazendo um favor. Se acontecer alguma bosta aqui, o cara tá me ameaçando aqui. Vai acontecer. Mas se acontecer alguma coisa comigo é um gordinho que trampa aqui”, diz o áudio.

O jovem foi assassinado logo em seguida, na madrugada de sábado (13), com três tiros. Após os disparos, Wallas fugiu do local e, desde então, é procurado pela polícia.

Guilherme Alves Pereira, de 22 anos, é morto durante o trabalho em condomínio de Itumbiara, Goiás — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

“O porteiro foi ameaçado pelo vigilante por algumas vezes e depois disso ele foi até o carro. Só que quando ele retornou ao seu posto de trabalho, o vigilante efetuou a abordagem. Ele ergueu os braços. O vigilante, se aproveitando que ele estava de costas, com os braços erguidos, desferiu um disparo contra a cabeça e não satisfeito, com a vítima já em solo desferiu mais dois tiros”, afirmou o delegado Ricardo Chueire, ainda no sábado.

A discussão entre os dois teria começado por conta de um papel jogado no chão. “O vigilante atirou uma bola de papel no lixo da guarita do porteiro, que pediu que ele catasse. Eles iniciaram uma discussão”, disse Chueire.

Tio de Guilherme, Ricardo Alves lamentou o ocorrido e quer que o responsável seja penalizado. “Deus abençoe que a polícia vai elucidar o caso e punir como tem que ser feito. Justiça dos homens, porque a divina, ele não escapa”, lamenta.

A empresa de segurança onde o vigilante trabalha disse que lamenta profundamente o ocorrido e que está prestando todo amparo à família do porteiro.

Matéria do G1

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Rapaz é morto ao reagir a assalto para defender noiva; Assista

Bicicleta foi jogada sobre a vítima enquanto comparsa dispara; ladrões fugiram com bolsa de mulher

Um jovem de 22 anos foi morto em um assalto na tarde de domingo (14) em Osasco, na Grande São Paulo. Uma câmera de segurança da rua registrou o momento em que o analista de sistemas Rafael Campos Arrais é abordado, reage e leva os tiros.

O crime ocorreu por volta das 17h, na rua João Hoffmann, próximo à avenida Analice Sakatauslas, na Vila Aliança, em Osasco.

Rafael estava na companhia da noiva quando surgiram dois bandidos em uma moto branca com vermelho e abordaram o casal.

O garupa da moto desceu com uma arma na mão e anunciou o assalto. Durante a ação, Rafael tentou desarmar o assaltante, mas se desequilibra e caiu por cima da moto.

O piloto da moto joga a bicicleta por cima do ciclista e o comparsa atira. Depois, já na moto, o comparsa realiza mais dois disparos. A dupla foge levando a bolsa da mulher.

Moradores da rua dizem que assaltos são comuns na região. Nesta segunda foi colocada uma faixa pedindo justiça.

Segundo a Polícia Militar e a Polícia Civil, o jovem foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao pronto-socorro Jardim D’Abril, mas não resistiu aos ferimentos. Ele tinha casamento marcado para setembro do ano que vem.

Segundo a polícia, ainda não há pistas dos assassinos. A noiva estava com dificuldade em reconhecer os criminosos, que estavam de capacete. Além disso, análise de câmeras de segurança indicam que a placa estava encoberta.

O caso será investigado pela Delegacia Seccional de Osasco e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública, o números de latrocínio em 2018 já superam o total registrado em 2017 na cidade. Levantamento da produção do SP1 mostra que já são pelo menos dez casos de roubos seguidos de morte neste ano em Osasco. São quatro a mais que o ano passado inteiro.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que um assassinato de agosto foi esclarecido e que, na semana passada, três pessoas foram detidas. Afirmou também que, para maior agilidade e eficiência na elucidação de crimes, policiais da delegacia de Osasco fazem ações de campo nos bairros mais sensíveis.


Matéria do G1

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Família descobre estupro após menino de 8 anos anunciar ‘gravidez’; um bebê vai sair da minha barriga

Estoquista, de 39 anos, confessou o estupro à polícia, que localizou arquivos de pornografia infantil no celular dele. Caso ocorreu em Cubatão

O estoquista Gerivaldo Andrade do Espírito Santo, de 39 anos, foi preso pela Polícia Civil em Cubatão (SP), após estuprar um menino de oito anos. O crime foi descoberto depois que a criança, assustada, disse aos pais que “nasceria um bebê” da barriga dele.

Estuprador teme agressões na cadeia: ‘Foi só uma vez’

As investigações foram realizadas pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade, assim que o caso foi comunicado e registrado. O menino foi submetido a exames no Instituto Médico Legal (IML), que confirmaram, preliminarmente, o abuso sexual.

“A família estava reunida, no domingo de eleições, quando o menino comentou com os pais que um bebê iria sair da barriga dele. Eles conversaram com o filho, que disse o que havia acontecido no dia anterior”, contou a delegada Mayla Ferreira Hadid, titular da DDM.

Segundo informações apuradas pela polícia, o estupro ocorreu em uma casa vizinha à da vítima. “Gerivaldo trabalha como cuidador de idosos aos fins de semana e, nessa residência, vive um conhecido da família do menino, que foi até lá e acabou surpreendido pelo homem”, completa.

O relato, junto com o laudo do IML, sustentou as ordens de prisão temporária, válida por 30 dias, e de busca e apreensão autorizadas pela 1ª Vara Criminal de Cubatão, a pedido da Polícia Civil. Os mandados foram cumpridos com apoio dos policiais dos três distritos da cidade.

A operação foi divulgada nesta quinta-feira (11). Gerivaldo, que até então não tinha passagem criminal, foi encontrado no lugar de trabalho, em uma loja na região central de São Vicente, cidade vizinha. “Ele não resistiu. Em depoimento, confessou o crime”, afirma a delegada.

A ordem de busca e apreensão era para a residência do suspeito, no bairro Vila dos Pescadores, em Cubatão. “Encontramos e apreendemos o celular dele, que tinha imagens de pornografia infantil. Ele alegou que era de grupos de WhatsApp. Registramos o flagrante pelo armazenamento desse conteúdo”, finaliza.

O estoquista é natural de Sergipe e se mudou para o litoral paulista em 2016. Além do celular, na casa dele foram apreendidos objetos que serão submetidos a análise, e a polícia investiga a existência de possíveis outras vítimas. Gerivaldo foi encaminhado à Cadeia Pública.

Celular com arquivos de pornografia infantil e outros objetos foram apreendidos pela polícia — Foto: G1 Santos

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PM é chamada para atender a caso de agressão e acha plantação de maconha na casa da vítima

Situação ocorreu na noite de sexta-feira (12), em Telêmaco Borba, no Paraná

A Polícia Militar (PM) achou uma plantação e tabletes de maconha ao ser chamada para atender a uma ocorrência de agressão em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais do Paraná, na noite de sexta-feira (12).

De acordo com polícia, uma das vítimas da agressão chamou a polícia porque ela estava sendo agredidas pelo marido.

Ao pesquisar o endereço, os policiais encontraram denúncias de que, no mesmo local, funcionava um ponto de venda de drogas.

Na chegada à residência, os policiais encontraram 20 pés de maconha plantados no quintal, além de mochilas com tabletes da droga pronta para consumo.

A dona da casa foi ouvida e liberada.

Já o marido dela fugiu e, até a publicação desta reportagem, não tinha sido localizado. Ele deve ser investigado por tráfico de drogas e violência doméstica.

[Matéria do G1]

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Mãe de assaltante processa policial que matou seu filho durante tentativa de roubo

Mulher pede indenização de R$ 477 mil por danos morais a deputada estadual de SP eleita

A cozinheira Regiane Neves da Silva Ferrari perdeu o filho Elivelton no dia 12 de maio, momentos depois de o rapaz de 20 anos anunciar um assalto em frente ao colégio Ferreira Master, em Suzano, na Grande São Paulo.

Uma policial militar, que estava de folga e acompanhava a filha de sete anos na escola, reagiu ao crime e matou o assaltante com três disparos.

O caso trouxe súbita notoriedade à policial Katia da Silva Sastre que, explorando o episódio na campanha, elegeu-se deputada federal pelo PR com 264.013 votos. Foi a sétima mais votada no Estado.

“Ela estava fazendo o serviço dela, não questionei e não questiono”, afirma a cozinheira de 48 anos, que tem outros 4 filhos e 7 netos.

“Como policial, ela podia matar, eu também ia tentar proteger os pequenos numa situação como aquela”, afirma, embora diga ter certeza de que o filho não pretendia atacar os estudantes. “Ele sempre foi muito carinhoso com crianças”, diz.

Ainda que não a culpe pela morte do filho, Regina entrou nas vésperas da eleição com um pedido de indenização na Justiça de São Paulo por danos morais contra a policial e o seu partido.

“Ao exibir a cena na propaganda eleitoral, dia após dia, ela me torturou e à minha família de um modo terrível”, afirma a cozinheira, que cobra R$ 477 mil na ação (o equivalente a 500 salários mínimos).

Na propaganda, após divulgar as imagens gravadas por uma câmera de vigilância instalada na escola, a então candidata dizia que atirou e que atiraria de novo. “Tenho coragem”, afirmava.

“Quando dizia que matou e que mataria de novo, eu pensava que era a mim que ela estava querendo matar”, afirma a cozinheira. “Afinal, meu filho já está morto, eu que estava sofrendo na frente da TV.”

Regina diz que foi diagnosticada com depressão e que vive à base de remédios. “O que ela fez foi um absurdo”, declara. “Toda vez que a cena aparecia na TV, meus netos gritavam: ‘vó, estão matando o Zoca de novo, venha ver’”.

No processo, a advogada Victória Eiras Monteiro, do escritório J. Beraldo, diz que a honra e a imagem do filho da cozinheira foi denegrida e que a situação causou constrangimento e sofrimento à família. “Exibiram de maneira cruel e espúria a imagem do falecido”, diz, no texto.

A cozinheira reclama também do governador Márcio França (PSB), que homenageou a policial no dia seguinte.

Na ocasião, França entregou-lhe flores e disse que o evento era para “cumprimentar a destreza, a técnica e a coragem” da cabo e que realizava a cerimônia porque era o dia das mães. “E ela é mãe.”

“Como pôde o governador elogiar aquele episódio no dia das mães?”, questiona. “O morto também tem mãe, mas é claro que ele precisava plantar para colher os votos na eleição, não é?”

A cozinheira, que não revela em que votou na disputa, afirma que o filho foi um adolescente maravilhoso, mas que passou a cometer crimes em razão das más companhias.

“Tentei de tudo, fiz tudo o que uma boa mãe faz pelo filho”, afirma. “Mas não consegui tirá-lo da criminalidade.”

Elivelton era um bom filho, respeitador, diz. “Sei que ele estava errado, nunca disse nada em contrário”, afirma. “Quem aponta uma arma para alguém está sempre errado.”

A cozinheira afirma, porém, que isso não muda o fato de que o amará para sempre.

Procurada pela Folha, a deputada eleita Kátia Sastre diz que não foi notificada da ação e que, por isso, não poderia fazer nenhum comentário.

[Matéria da Folha de S.Paulo

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Imagens registraram filha matando a mãe para ficar com a herança; Assista

Investigações apontam que namorado da jovem ajudou a asfixiar a vítima após meses de planejamento. Eles confessaram o crime

As imagens de uma câmera instalada dentro do armário da empresária Dircelene Botelho Garcia, de 51 anos, mostram a filha suspeita de ter matado a mãe asfixiada no quarto no dia do crime em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

A câmera foi instalada pelo marido da vítima, padrasto da suspeita, porque o casal desconfiava que Paloma Vasconcelos, de 21 anos estava roubando pertences da mãe. O padrasto descobriu o assassinato depois de ver as imagens.

A jovem e o namorado, Gabriel Molter, de 26 anos, confessaram o crime em depoimento prestado no sábado (6/10). Eles foram presos e levados para a penitenciária em Benfica nesta quarta. A mulher foi morta na noite do dia 2 de outubro.

Segundo a polícia, os suspeitos usaram formol para dopar Dircelene. Nas imagens é possível ver o casal mexendo no corpo da vítima inconsciente. De acordo com as investigações, ela foi torturada por 40 minutos até a morte.

Na gravação, a filha aparece com um saco plástico e depois uma seringa na mão. Em seguida, a câmera flagra o namorado puxando a vítima pelas pernas.

[Matéria do Metrópoles]

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Mulher dá banho em corpo de marido após matá-lo com facada; Assista

Segundo ela, o crime foi por legítima defesa

Na noite de segunda-feira (08/10), por volta de 23h30, uma mulher identificada apenas como Eliane foi presa, acusada de matar o esposo com uma facada na barriga no Parque Industrial, na zona Sul de Teresina. De acordo com a suspeita, o crime foi por legítima defesa.

O assassinato ocorreu dentro de um matadouro de animais.

Policiais da Força Tática do 6º batalhão foram acionados até o local. De acordo com o cabo Marcelo Henrique, a suspeita estava trancada para impedir a entrada da guarnição.

“Nós fomos informados pela Central de Operações que a senhora tinha praticado um homicídio contra o esposo dela, chegando no local o portão estava fechado, os vizinhos nos ajudaram a entrar, ela estava trancada dentro da casa. Quando nós conseguimos entrar no local onde funciona um matadouro nas proximidades do terminal de ônibus do Parque Piauí, o senhor ja se encontrava em óbito e ela estava trancada”, informou.

Ainda de acordo com a PM, a mulher contou que foi agredida primeiro pelo companheiro. “Em depoimento, ela falou pra gente que ele agrediu ela primeiro com uma barra de ferro que inclusive depois ela jogou dentro de um recipiente com água. Logo em seguida, ela pegou uma faca e golpeou ele”, disse o cabo Marcelo Henrique.

A acusada confessa que esfaqueou o companheiro. “Foi ele que começou, ele pegou a barra de ferro para me atingir. Desde a hora que cheguei eu chamei ele para abrir o portão e ele não abriu, depois eu entrei e ele pegou a barra de ferro e bateu na minha cabeça e na minha cintura, aí eu peguei a faca para ele não me furar e furei ele. Dei só uma facada na cintura”, descreveu.

Depois de ter esfaqueado o marido, a mulher deu um banho na vítima. “Eu dei um banho nele para quando ele acordasse, mas ele não acordou, pensei que ele não tinha morrido, não tenho passagem pela polícia, agi para me defender”, disse.

Por apresentar ferimentos, a suspeita foi conduzida para atendimento médico no Hospital de Urgência de Teresina e depois encaminhada para a Central de Flagrantes.

Suspeita diz que agiu em legítima defesa (Crédito: Reprodução/TVMN)

[Matéria do Bom Dia Meio Norte]

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