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Brasil

Homem é condenado a 36 anos de prisão por estuprar e arrancar coração de criança

Jairo Lopes, de 42 anos, foi condenado a 36 anos de prisão por um crime hediondo contra uma criança em 2016

BHAZ | O homem recebeu a sentença, nesta quinta-feira (19), pelo juiz Eliseu Silva Leite Fonseca por estupro de vulnerável, homicídio e ocultação de cadáver. O criminoso cumprirá pena em regime fechado.

A vítima foi Raiane Aparecida Cândida, de 10 anos, na cidade de Buenópolis, Minas Gerais. No fim da julgamento, o magistrado reforçou que o réu teve conduta altamente reprovável, afirmou que foi um crime que chocou a sociedade e teve repercussão internacional.

Contudo, o juiz reiterou que espera que o réu consiga uma transformação social em benefício da população. Do lado de fora do tribunal, aproximadamente 150 pessoas gritavam palavras de ordem contra o condenado e exigiam justiça.

O réu foi julgado e condenado no Fórum Alfredo Machado, no centro da cidade. Ele chegou junto a agentes penitenciários e está detido no penitenciária José Martinho Drummond, de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de BH.

Relembre o crime

De acordo com o processo, a menina saiu de casa no distrito de Siriema, que fica a 30 quilômetros da área urbana da cidade, para pegar uma condução que a levaria para a escola na zona rural de Buenópolis. Porém, Raiane Aparecida Cândida nunca chegou a pegar o ônibus. O corpo da criança foi encontrado dois dias após o crime na beira de uma estrada.

O assassino confessou o crime no momento em que foi preso. De acordo com o condenado, ele abordou a criança, e ainda caminhou com a vítima durante quatro quilômetros, enquanto estava viva e a estuprou. Quando chegou na mata, fez um corte no estômago da criança e arrancou seu coração. O réu disse que enterrou órgão próximo a um rio, mas não soube informar o local exato.

Jairo Lopes conta que primeiro estrangulou a garota e depois usou uma faca para matá-la. De acordo com o criminoso, o coração da garota foi arrancado para certificar-se da morte e garantir que ela não denunciasse o estupro.

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