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Brasil

Menina encontrada morta às margens de rodovia foi morta de forma brutal, diz polícia

Polícia também informa que solicitou avaliação sobre se houve abuso. Eduarda foi sequestrada enquanto brincava no pátio de casa, em Porto Alegre. Seu corpo foi encontrado 12 horas mais tarde, às margens da ERS-118, em Alvorada

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A menina Eduarda Herrera de Mello, de 9 anos, encontrada morta na manhã desta segunda-feira (22), em Alvorada, Região Metropolitana de Porto Alegre, após ter desaparecido na capital gaúcha na noite anterior, foi vítima de afogamento, conforme a delegada Adriana da Costa, que investiga o caso.

“Em conversa com peritos, a causa da morte já foi apontada: houve um afogamento. Mas encaminhamos para perícia um pedido de avaliação se houve alguma situação de abuso”, disse a delegada.

Eduarda brincava em frente a casa dela, no bairro Rubem Berta, Zona Norte de Porto Alegre, quando foi sequestrada. Cerca de 12 horas mais tarde, o corpo dela foi encontrado às margens da ERS-118 em Alvorada.

O suspeito do sequestro de Eduarda é um homem de cerca de 40 anos que estaria num carro vermelho e que, segundo vizinhos, circulava pelo bairro. Eles viram o motorista conversando com Eduarda enquanto a mãe dela atendia o eletricista que foi fazer um serviço no local.

“Isso tudo foi tudo em 10 minutos, e aí a pessoa já viu, outro menino já viu, disse que ela estava conversando com uma pessoa em um carro vermelho. Não sabiam dizer marca, não sabiam dizer nada”, conta a mãe da criança, Kendra Herrera.

Durante a tarde desta segunda, a polícia divulgou um retrato falado do homem. “Estamos recebendo muitas informações depois da divulgação”, comentou a delegada.

O pai da menina cumpre pena no regime semiaberto por roubo, receptação e assassinato. “Está sendo, também, conversado com a família no sentido se não estavam sendo ameaçados, se não houve nenhuma briga anterior que envolvesse essa família, então tudo isso está sendo analisado”, disse a delegada.

Adriana afirma que a análise preliminar de uma perícia não apontou sinais de abuso sexual. “Inicialmente não foi nos passado essa situação de abuso sexual. Estamos aguardando um detalhamento”, declarou.

Ela pede que pessoas que tenham visto a menina na tarde de domingo entrem em contato pelo telefone 0800 642 6400. “O importante é que pessoas que tenham presenciado essa criança ou uma criança conversando com alguém, um adulto, nas proximidades deste local, que nos procurem”, disse.

A família suspeita que a menina foi vítima de um ritual religioso, mas a polícia não confirma, e diz que a investigação não descarta nenhuma hipótese. “Há indícios de prática religiosa no local, mas não podemos afirmar que há relação desse corpo com o que está no entorno daquele local do crime. Então foram recolhidos alguns materiais no entorno do corpo pela perícia afim de que a gente possa fazer uma análise mais detalhada em relação ao local de crime”, disse Adriana.

Matéria do G1

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Brasil

Mulher é presa por decapitar e esconder o corpo do ex-marido

Uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás

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Uma mulher de 38 anos foi presa temporariamente nesta sexta-feira suspeita pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver de seu ex-marido, o pedreiro Edivaldo Dias, de 38 anos. O corpo da vítima foi encontrado sem a cabeça no dia 16 de outubro deste ano por moradores da área rural de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. A mulher foi presa em Rio do Sul (SC) por policiais civis da Delegacia de Almirante Tamandaré. As informações são da Polícia Civil do Paraná.

O delegado também esclareceu que uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás.

Segundo a investigação, Edivaldo já estava desaparecida desde o dia 13 de outubro. Dias depois, os moradores foram averiguar, por terem visto rastros de sangue no matagal, e se depararam com o corpo decapitado. No outro dia, crianças curiosas com a situação foram até os arredores e acharam a cabeça da vítima, que foi sepultada separadamente ao corpo.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, a mulher era a principal suspeita. “No dia 13, quando Dias desapareceu, havia uma ligação em seu celular realizada pela suspeita às 5 horas da manhã e já existiam Boletins de Ocorrência registrados pela vítima contra ela, dando conta de que teria tentado esfaqueá-lo. Também recebemos uma denúncia anônima dando conta de que ela seria a suspeita pelo crime e dias após o desaparecimento da vítima, teria levado seu carro a um lava-jato a cerca de 25 km de distância de sua residência”, revela.

Ao todo cinco testemunhas foram ouvidas, entre elas duas sigilosas. A suspeita estava foragida em Rio do Oeste (SC) e foi presa por policiais da Delegacia de Almirante Tamandaré, para onde foi encaminhada e permanece à disposição da Justiça.

Matéria do O Dia 

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Brasil

Mãe é acusada de ter matado o filho recém-nascido com 15 facadas

Segundo informações do blog Tom Ribeiro, um caso chocante horrendo aconteceu em Ilhéus, no último sábado, 03, à noite

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Uma mulher, identificada como Bruna Sales, 22 anos, é acusada de matar o próprio filho, recém-nascido, com 15 facadas. Ela estava grávida e escondia a gravidez da família.

Bruna estava no seu quarto, quando familiares ouviram o choro de uma criança. Assustados e sem entender o que estava ocorrendo, descobriram que ela teve um parto normal, sozinha.

Ao ser perguntada sobre o bebê, a mulher disse que estava dentro do guarda roupas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foi acionado e o recém-nascido, que pesava cerca de 4 kg, estava enrolado em um pano e foi levado juntamente com a mãe para a maternidade.

A acusada não tem mãe e morava com a tia. Ela foi levada para o presidio nesta segunda-feira, 5, após receber alta do hospital.

Em entrevista ao Blog do Gusmão, a delegada Andréa Oliveira, da 7ª Coorpin (Ilhéus), trouxe alguns esclarecimentos sobre o caso bárbaro que culminou na morte de um bebê recém-nascido, supostamente a facadas, no último sábado, 03.  A mãe, Bruna Sales, 22 anos, é acusada de tirar a vida da criança.

Segundo Andréa Oliveira, a mãe foi liberada após audiência de custódia. Ela apresenta sinais comportamentais de depressão pós-parto e não consegue se comunicar. Não emite sequer uma palavra.

O médico legista tem 30 dias para apresentar o laudo com a verdadeira causa da morte. Só com o documento o inquérito será finalizado.

Matéria do Blog Do Gusmão

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Brasil

Casal de gêmeos recém-nascidos é encontrado morto em matagal

Ela negava a gravidez e para esconder a barriga usava 2 cintas

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O conselho Tutelar denunciou nesta quarta-feira (7) uma mulher identificada como Hildelene de Sousa Lima, de 26 anos, acusada de ter jogado dois filhos recém-nascidos em uma região de mato para ocultar a gravidez da família.

Segundo informações repassadas pelo delegado Anchieta Pontes, Hildelene negava a gravidez e para esconder a barriga utilizava duas cintas. Na noite de terça-feira (06), ela teria entrado em trabalho de parto e se deslocou até uma região de mata, próximo a sua residência no município de Curralinhos, cidade do estado do Piauí.

A mãe da acusada percebeu a movimentação da filha voltando do mato e correndo ensanguentada para dentro do banheiro da casa e pediu para seu filho ir até o local de onde a mulher tinha saído, lá ele encontrou um casal de gêmeos enrolados em uma toalha.

A mulher comentou com familiares que ela teria sofrido um aborto espontâneo. Entretanto, como ela sempre negou que estivesse grávida, familiares desconfiam que ela teve um parto natural, e para manter a mentira de que não estava grávida, resolveu matar as crianças e planejado voltar para enterrá-las depois.

Acusada está internada (Crédito: Reprodução/TVMN)

Hildelene e sua mãe, que descobriu o caso, estão internadas no Hospital da cidade de Demerval Lobão, Os fetos foram recolhidos pelo IML onde passam por perícia.

A Polícia Civil de Cocal investiga um possível crime de infanticídio que teria acontecido quando uma jovem de 18 anos escondeu sua gravidez da família.

Uma denúncia anônima, a polícia, determinou que fosse interrompido o velório do recém-nascido, do sexo feminino, para que o corpo fosse encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Parnaíba, para a realização de exames de necropsia para apurar a causa da morte.

Segundo informações, a jovem deu a luz sozinha em casa e ninguém da família sabia de sua gestação. O próprio avô da adolescente disse que as marcas que foram encontradas no corpo da criança geraram essa suspeita.

Matéria do Meio Norte

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