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Juiz Sérgio Moro aceita superministério da Justiça de Bolsonaro

Moro aceita superministério da Justiça de Bolsonaro

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O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira, 1, o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o superministério da Justiça. O magistrado vai divulgar uma nota detalhando os termos da proposta que aceitou.

Moro deixou o condomínio onde mora o presidente eleito, no Rio, às 10h45, após cerca de 1h30 de reunião. Na saída, o magistrado chegou a deixar o carro onde estava para falar com a imprensa, mas, diante do tumulto no local, não fez nenhuma declaração.

O juiz chegou às 9h à residência de Bolsonaro. O presidente eleito convidou Moro para assumir um superministério da Justiça, ampliado e com órgãos de combate à corrupção, que estão atualmente em outras pastas, como a Polícia Federal e o Coaf, que estão envolvidas nessa operação.

Ao desembarcar no aeroporto Santos Dumont, pela manhã, o magistrado não falou com a imprensa e, antes de chegar à casa do presidente eleito, fez uma pequena parada em um hotel que vem sendo usado como uma espécie de QG para quem visita Bolsonaro. No Santos Dumont, Moro desembarcou diretamente na pista de pouso do aeroporto, de onde partiu em um carro da Polícia Federal.

Durante o voo, Moro falou com a Rede Globo, que o acompanhou na viagem. Segundo o G1, o magistrado disse que a motivação de seu encontro com Bolsonaro se dá em razão de o País precisar de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado.

“Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, disse Moro à reportagem da Globo. Durante o voo, ele chegou a dizer que ainda não há nada definido. “Ainda vai haver a conversa”, emendou.

Na tarde desta quarta-feira, 31, a colunista Sonia Racy, do Estadão, disse que Moro aceitaria o convite de Bolsonaro porque assumiria um ministério da Justiça ampliado.

Matéria do Estadão

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Politica

Reforma acaba com aposentadoria especial de políticos

Políticos eleitos terão regras mais rígidas com nova Previdência. Até o momento, aqueles com mandatos eletivos podem se aposentar com 60 anos de idade e 35 de contribuição

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A Reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (20) acaba com o direito à aposentadoria especial para políticos.

As normas atuais, que permitem a aposentadoria com 60 anos de idade e 35 anos de contribuição com benefício de 1/35 do salário para cada ano como parlamentar, serão extintas na reforma elaborada pelo Ministério da Economia com o aval de Paulo Guedes.

De acordo com a proposta, a norma de transição ficará assim para os parlamentares: idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, além do pagamento de 30% de “pedágio” do tempo de contribuição faltante.

O máximo que deputados e senadores receberão é o teto previsto hoje para os empregados da iniciativa privada: cerca de R$ 5.800.

“Isso aproxima o parlamentar das regras de toda a sociedade”, disse o secretário de Previdência, Leonardo Rolim.

Já os novos eleitos estarão automaticamente no regime geral. As regras são válidas para deputados federais e senadores, registra o jornal Metrópoles.

Matéria do Renova Mídia 

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Politica

Bolsonaro anuncia mudanças na emissão e renovação da CNH

Segundo o presidente, uso de simulador nas auto escolas deixará de ser obrigatório e prazo de validade do documento será ampliado

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A conta do presidente Jair Bolsonaro na rede Twitter publicou neste sábado, 9, nota dizendo que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciará a ampliação da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o fim da obrigatoriedade de aulas com simuladores, exigidas desde janeiro de 2017. Na postagem, o texto diz ainda que “medidas que afetam os caminhoneiros serão extintas ou revistas” e “revisões na questão do emplacamento”.

O texto diz ainda que “o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) emite cerca de 100 resoluções/ano atrapalhando a vida de quem transporta no Brasil”.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro citou que iria aumentar de cinco para dez anos o prazo de validade da CNH, que passará por um processo de substituição em 2022, quando um novo modelo do documento, com chip, será adotado.

O Contran e o Departamento Nacional do Trânsito (Denatran) eram vinculados ao Ministério das Cidades, que foi extinto e teve suas funções assumidas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. Entretanto, esses dois órgãos foram para a pasta da Infraestrutura.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, também postada pelo presidente, o ministro Freitas afirmou conhecer piloto da Força Aérea que não precisou passar por simulador para exercer sua profissão. “Vão dizer que é importante… coisa nenhuma. Isso é para vender hardware e software”, diz a reportagem.

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Politica

Exame em Bolsonaro confirma nova doença grave que pode matar

De acordo com médicos, exame indica que presidente está com pneumonia, o que pode adiar sua alta

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Nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, divulgou um novo boletim médico do presidente Jair Bolsonaro. Esse boletim indica que Bolsonaro, que está internado há quase duas semanas, enfrenta um novo problema de saúde. Lembrando que Bolsonaro foi internado no local para uma reversão da colostomia.

De acordo com uma tomografia feita no líder do PSL, as imagens indicam que ele está com uma pneumonia. Esse não é o primeiro problema que Jair tem desde que foi internado. Por conta da doença e de uma outra infecção intestinal, os médicos estão tratando Bolsonaro com antibióticos.

Segundo o exame, Bolsonaro está com uma pneumonia. A doença é mais grave do que parece e, segundo a sociedade brasileira de pneumologia, mata todos os anos no Brasil milhares de pessoas.

Mas o que a pneumonia? A doença é uma infecção que atinge os pulmões. Existem 4 tipos de pneumonia e elas estão relacionadas às suas formas de contagio. No geral, a doença pode se agravar se não tratada. Os remédios para a pneumonia costumam ser os antibióticos, que Jair já estava tomando por outra infecção.

Lembrando que Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, um dos hospitais mais relevantes e de qualidade do Brasil.

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, exames detectaram que a pneumonia tem causa bacteriana. Um novo antibiótico foi incluído no tratamento de Bolsonaro para ser administrado por sete dias.

Ainda segundo o boletim, “foi realizado um ajuste na antibióticoterapia e mantidos os demais tratamentos. Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdome e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral”

Nas redes sociais, muitos internautas se pronunciaram a respeito do assunto. “Que Deus abençoe o nosso Presidente, há momentos que Eu não acredito em Boletim Médico, tomara que as informações repassadas à nação pelo porta voz do Hospital seja realmente verdadeiras e que o quadro de saúde evolui para melhora o mais breve possível, não aceitamos mais outro caso que nos lembra a agonia de Tancredo Neves e a enxurrada de mentiras”, disse um dos internautas ao comentarem sobre o assunto.

Matéria do Notícia ao vivo

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