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Brasil

Homem estupra enteada diz que gravidez foi causada por toalha com sêmen

Em depoimento, garota de 12 anos contou que era abusada há um ano; exame constatou gravidez

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O homem preso suspeito de estuprar e engravidar enteada de 12 anos declarou em depoimento, na quarta-feira (17), que a gravidez da adolescente aconteceu porque ela usou uma toalha dele suja de sêmen. O padrasto foi preso na manhã da quarta-feira, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, após denúncia da vítima na Delegacia da Mulher de Santa Rita.

Durante o depoimento, o homem contou à delegada Amindonzelle Oliveira que se masturbava no banheiro e utilizava uma toalha para ejacular. Ele nega qualquer contato mais próximo com a adolescente, disse que a jovem usou a mesma toalha e por isso engravidou. “É mesmo que impossível, cientificamente não tem como ela engravidar se não houver contato mais próximo”, declarou a delegada.

No entanto, durante o depoimento, a delegada informou que o padrasto deixou escapar algumas informações que levavam a entender que havia intimidade entre ele e a enteada. Informou que dormiam juntos em uma cama, que ficavam algum tempo sozinha e que ela nutria interesse por ele. “Essa situação já perdurava há dois anos, desde que ela menstruou pela primeira vez”, disse a delegada.

A delegada ainda também ouviu outras testemunhas que declaram desconfiar do comportamento do homem com a enteada. Elas contaram que sempre que a adolescente era indagada sobre essa situação, chorava muito. A mãe da adolescente e esposa do suspeito ainda não foi ouvida pela delegada, pois está em estado de choque.

A adolescente fez exames para identificar o tempo da gravidez e aguarda a Maternidade Cândida Vargas autorizar o aborto legal. De acordo com a delegada, se o tempo gestacional for de até sete semanas, o aborto pode ser feito. A previsão é que a resposta seja fornecida ainda nesta quinta-feira.

Entenda o caso

Segundo o agente da Polícia Civil Alisson Sales, o pai da menina estava estranhando o comportamento da filha nos últimos meses e relatou que a jovem se isolou e chorava muito. A vítima fez a denúncia à madrasta, explicando que já era abusada pelo padrasto há um ano, de acordo com a polícia. A mulher, então, levou a situação para o companheiro, que é pai da adolescente, e os dois fizeram a denúncia à polícia.

A estudante fez um exame na manhã da quarta-feira e o resultado constatou que ela estava grávida. Após a denúncia, a vítima depôs na Delegacia da Mulher de Santa Rita. O suspeito foi detido enquanto trabalhava e nega o estupro. Ele permanece preso por força de um mandado de prisão preventiva.

Homem permanece preso por força de um mandado de prisão preventiva — Foto: Diogo Almeida/G1

Matéria do G1

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Brasil

Mulher é presa por decapitar e esconder o corpo do ex-marido

Uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás

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Uma mulher de 38 anos foi presa temporariamente nesta sexta-feira suspeita pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver de seu ex-marido, o pedreiro Edivaldo Dias, de 38 anos. O corpo da vítima foi encontrado sem a cabeça no dia 16 de outubro deste ano por moradores da área rural de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. A mulher foi presa em Rio do Sul (SC) por policiais civis da Delegacia de Almirante Tamandaré. As informações são da Polícia Civil do Paraná.

O delegado também esclareceu que uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás.

Segundo a investigação, Edivaldo já estava desaparecida desde o dia 13 de outubro. Dias depois, os moradores foram averiguar, por terem visto rastros de sangue no matagal, e se depararam com o corpo decapitado. No outro dia, crianças curiosas com a situação foram até os arredores e acharam a cabeça da vítima, que foi sepultada separadamente ao corpo.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, a mulher era a principal suspeita. “No dia 13, quando Dias desapareceu, havia uma ligação em seu celular realizada pela suspeita às 5 horas da manhã e já existiam Boletins de Ocorrência registrados pela vítima contra ela, dando conta de que teria tentado esfaqueá-lo. Também recebemos uma denúncia anônima dando conta de que ela seria a suspeita pelo crime e dias após o desaparecimento da vítima, teria levado seu carro a um lava-jato a cerca de 25 km de distância de sua residência”, revela.

Ao todo cinco testemunhas foram ouvidas, entre elas duas sigilosas. A suspeita estava foragida em Rio do Oeste (SC) e foi presa por policiais da Delegacia de Almirante Tamandaré, para onde foi encaminhada e permanece à disposição da Justiça.

Matéria do O Dia 

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Brasil

Mãe é acusada de ter matado o filho recém-nascido com 15 facadas

Segundo informações do blog Tom Ribeiro, um caso chocante horrendo aconteceu em Ilhéus, no último sábado, 03, à noite

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Uma mulher, identificada como Bruna Sales, 22 anos, é acusada de matar o próprio filho, recém-nascido, com 15 facadas. Ela estava grávida e escondia a gravidez da família.

Bruna estava no seu quarto, quando familiares ouviram o choro de uma criança. Assustados e sem entender o que estava ocorrendo, descobriram que ela teve um parto normal, sozinha.

Ao ser perguntada sobre o bebê, a mulher disse que estava dentro do guarda roupas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foi acionado e o recém-nascido, que pesava cerca de 4 kg, estava enrolado em um pano e foi levado juntamente com a mãe para a maternidade.

A acusada não tem mãe e morava com a tia. Ela foi levada para o presidio nesta segunda-feira, 5, após receber alta do hospital.

Em entrevista ao Blog do Gusmão, a delegada Andréa Oliveira, da 7ª Coorpin (Ilhéus), trouxe alguns esclarecimentos sobre o caso bárbaro que culminou na morte de um bebê recém-nascido, supostamente a facadas, no último sábado, 03.  A mãe, Bruna Sales, 22 anos, é acusada de tirar a vida da criança.

Segundo Andréa Oliveira, a mãe foi liberada após audiência de custódia. Ela apresenta sinais comportamentais de depressão pós-parto e não consegue se comunicar. Não emite sequer uma palavra.

O médico legista tem 30 dias para apresentar o laudo com a verdadeira causa da morte. Só com o documento o inquérito será finalizado.

Matéria do Blog Do Gusmão

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Brasil

Casal de gêmeos recém-nascidos é encontrado morto em matagal

Ela negava a gravidez e para esconder a barriga usava 2 cintas

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O conselho Tutelar denunciou nesta quarta-feira (7) uma mulher identificada como Hildelene de Sousa Lima, de 26 anos, acusada de ter jogado dois filhos recém-nascidos em uma região de mato para ocultar a gravidez da família.

Segundo informações repassadas pelo delegado Anchieta Pontes, Hildelene negava a gravidez e para esconder a barriga utilizava duas cintas. Na noite de terça-feira (06), ela teria entrado em trabalho de parto e se deslocou até uma região de mata, próximo a sua residência no município de Curralinhos, cidade do estado do Piauí.

A mãe da acusada percebeu a movimentação da filha voltando do mato e correndo ensanguentada para dentro do banheiro da casa e pediu para seu filho ir até o local de onde a mulher tinha saído, lá ele encontrou um casal de gêmeos enrolados em uma toalha.

A mulher comentou com familiares que ela teria sofrido um aborto espontâneo. Entretanto, como ela sempre negou que estivesse grávida, familiares desconfiam que ela teve um parto natural, e para manter a mentira de que não estava grávida, resolveu matar as crianças e planejado voltar para enterrá-las depois.

Acusada está internada (Crédito: Reprodução/TVMN)

Hildelene e sua mãe, que descobriu o caso, estão internadas no Hospital da cidade de Demerval Lobão, Os fetos foram recolhidos pelo IML onde passam por perícia.

A Polícia Civil de Cocal investiga um possível crime de infanticídio que teria acontecido quando uma jovem de 18 anos escondeu sua gravidez da família.

Uma denúncia anônima, a polícia, determinou que fosse interrompido o velório do recém-nascido, do sexo feminino, para que o corpo fosse encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Parnaíba, para a realização de exames de necropsia para apurar a causa da morte.

Segundo informações, a jovem deu a luz sozinha em casa e ninguém da família sabia de sua gestação. O próprio avô da adolescente disse que as marcas que foram encontradas no corpo da criança geraram essa suspeita.

Matéria do Meio Norte

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