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Casal de gêmeos recém-nascidos é encontrado morto em matagal

Ela negava a gravidez e para esconder a barriga usava 2 cintas

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O conselho Tutelar denunciou nesta quarta-feira (7) uma mulher identificada como Hildelene de Sousa Lima, de 26 anos, acusada de ter jogado dois filhos recém-nascidos em uma região de mato para ocultar a gravidez da família.

Segundo informações repassadas pelo delegado Anchieta Pontes, Hildelene negava a gravidez e para esconder a barriga utilizava duas cintas. Na noite de terça-feira (06), ela teria entrado em trabalho de parto e se deslocou até uma região de mata, próximo a sua residência no município de Curralinhos, cidade do estado do Piauí.

A mãe da acusada percebeu a movimentação da filha voltando do mato e correndo ensanguentada para dentro do banheiro da casa e pediu para seu filho ir até o local de onde a mulher tinha saído, lá ele encontrou um casal de gêmeos enrolados em uma toalha.

A mulher comentou com familiares que ela teria sofrido um aborto espontâneo. Entretanto, como ela sempre negou que estivesse grávida, familiares desconfiam que ela teve um parto natural, e para manter a mentira de que não estava grávida, resolveu matar as crianças e planejado voltar para enterrá-las depois.

Acusada está internada (Crédito: Reprodução/TVMN)

Hildelene e sua mãe, que descobriu o caso, estão internadas no Hospital da cidade de Demerval Lobão, Os fetos foram recolhidos pelo IML onde passam por perícia.

A Polícia Civil de Cocal investiga um possível crime de infanticídio que teria acontecido quando uma jovem de 18 anos escondeu sua gravidez da família.

Uma denúncia anônima, a polícia, determinou que fosse interrompido o velório do recém-nascido, do sexo feminino, para que o corpo fosse encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Parnaíba, para a realização de exames de necropsia para apurar a causa da morte.

Segundo informações, a jovem deu a luz sozinha em casa e ninguém da família sabia de sua gestação. O próprio avô da adolescente disse que as marcas que foram encontradas no corpo da criança geraram essa suspeita.

Matéria do Meio Norte

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Mulher é presa por decapitar e esconder o corpo do ex-marido

Uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás

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Uma mulher de 38 anos foi presa temporariamente nesta sexta-feira suspeita pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver de seu ex-marido, o pedreiro Edivaldo Dias, de 38 anos. O corpo da vítima foi encontrado sem a cabeça no dia 16 de outubro deste ano por moradores da área rural de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. A mulher foi presa em Rio do Sul (SC) por policiais civis da Delegacia de Almirante Tamandaré. As informações são da Polícia Civil do Paraná.

O delegado também esclareceu que uma nova investigação foi iniciada porque um ex-namorado da suspeita também teria sido assassinado anos atrás.

Segundo a investigação, Edivaldo já estava desaparecida desde o dia 13 de outubro. Dias depois, os moradores foram averiguar, por terem visto rastros de sangue no matagal, e se depararam com o corpo decapitado. No outro dia, crianças curiosas com a situação foram até os arredores e acharam a cabeça da vítima, que foi sepultada separadamente ao corpo.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, a mulher era a principal suspeita. “No dia 13, quando Dias desapareceu, havia uma ligação em seu celular realizada pela suspeita às 5 horas da manhã e já existiam Boletins de Ocorrência registrados pela vítima contra ela, dando conta de que teria tentado esfaqueá-lo. Também recebemos uma denúncia anônima dando conta de que ela seria a suspeita pelo crime e dias após o desaparecimento da vítima, teria levado seu carro a um lava-jato a cerca de 25 km de distância de sua residência”, revela.

Ao todo cinco testemunhas foram ouvidas, entre elas duas sigilosas. A suspeita estava foragida em Rio do Oeste (SC) e foi presa por policiais da Delegacia de Almirante Tamandaré, para onde foi encaminhada e permanece à disposição da Justiça.

Matéria do O Dia 

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Mãe é acusada de ter matado o filho recém-nascido com 15 facadas

Segundo informações do blog Tom Ribeiro, um caso chocante horrendo aconteceu em Ilhéus, no último sábado, 03, à noite

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Uma mulher, identificada como Bruna Sales, 22 anos, é acusada de matar o próprio filho, recém-nascido, com 15 facadas. Ela estava grávida e escondia a gravidez da família.

Bruna estava no seu quarto, quando familiares ouviram o choro de uma criança. Assustados e sem entender o que estava ocorrendo, descobriram que ela teve um parto normal, sozinha.

Ao ser perguntada sobre o bebê, a mulher disse que estava dentro do guarda roupas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foi acionado e o recém-nascido, que pesava cerca de 4 kg, estava enrolado em um pano e foi levado juntamente com a mãe para a maternidade.

A acusada não tem mãe e morava com a tia. Ela foi levada para o presidio nesta segunda-feira, 5, após receber alta do hospital.

Em entrevista ao Blog do Gusmão, a delegada Andréa Oliveira, da 7ª Coorpin (Ilhéus), trouxe alguns esclarecimentos sobre o caso bárbaro que culminou na morte de um bebê recém-nascido, supostamente a facadas, no último sábado, 03.  A mãe, Bruna Sales, 22 anos, é acusada de tirar a vida da criança.

Segundo Andréa Oliveira, a mãe foi liberada após audiência de custódia. Ela apresenta sinais comportamentais de depressão pós-parto e não consegue se comunicar. Não emite sequer uma palavra.

O médico legista tem 30 dias para apresentar o laudo com a verdadeira causa da morte. Só com o documento o inquérito será finalizado.

Matéria do Blog Do Gusmão

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Casal enterra a nora viva em concreto para ganhar a custódia dos netos

Um casal foi acusado de enterrar a nora viva para ganhar facilmente a custódia de seus netos

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O corpo de Marcia Miranda, 41, foi encontrado a 1,7 metros debaixo de um pátio recém-construído em uma casa alugada em um subúrbio residencial de São Paulo, Brasil.

A gerente de serviços sociais havia se separado recentemente de seu parceiro, o filho do casal, e o pai de seu filho de quatro anos e filha de nove meses de idade.

Alega-se que Maria Izilda, 60 anos, e Fernando de Oliveira, 62, arquitetaram seu plano porque eram obcecados pelas crianças e queriam tê-los como seus.

Ela foi dada como desaparecida em 2 de outubro, depois de ter organizado um encontro com o casal em um banco para abrir uma nova conta para seus filhos.

Os sogros de Marcia Miranda são acusados ​​de matá-la para que pudessem ter seus netos (Foto: FocusOn News)

Investigadores acreditam que ela pode ter sido atraída para o carro sob o pretexto de ver a propriedade, que havia sido alugada com o único propósito de enterrar o corpo.

O detetive Mário Pinto disse: “Acreditamos que Marcia foi atraída para a morte pelos suspeitos com o pretexto de que eles haviam alugado uma propriedade para ela e as crianças para se mudarem depois que ela se separasse de seu filho.

“Eles aparentemente a levaram para a casa e, quando ela não estava olhando, acredita-se que eles a atingiram na cabeça.

Ela pode estar viva quando foi enterrada ou pode ter sido estrangulada e enterrada. Ela tinha marcas no alto da cabeça e do pescoço.

A mãe de dois filhos estava no processo de se separar do filho e, aparentemente, ameaçou impedi-los de visitar as crianças após o divórcio ser realizado.

“Parece que esse foi um crime premeditado que foi planejado em detalhes”, disse o detetive Pinto.

Quando seu corpo foi encontrado, estava tão decomposto que só pôde ser identificado por meio de suas impressões digitais, disseram os detetives.

O corpo de Marcia foi encontrado a 1,7 metros debaixo de um pátio recém-construído em uma casa alugada em um bairro residencial de São Paulo, Brasil (Foto: FocusOn News)

A polícia acredita que ela pode ter sido sepultada viva e está aguardando os resultados dos exames forenses do Instituto Médico Legal (IML) para esclarecer como ela morreu.

Ele acrescentou: ‘Os suspeitos alugaram a propriedade três semanas antes de a vítima desaparecer. Eles tinham todas as ferramentas para cavar um buraco fundo e material para colocar uma laje de concreto em cima do túmulo para mascarar o cheiro do cadáver.’

Parece que eles queriam criar os filhos como se fossem deles. Parentes nos disseram que até as crianças chamavam mamãe e papai, em vez de vovó e vovô.

Parentes alertaram a polícia sobre seu desaparecimento quando ela não voltou para casa no mesmo dia para cuidar de seus filhos pequenos.

Três dias depois de ter desaparecido, os alegados assassinos informaram policiais de que haviam se encontrado com a nora no banco, mas ela havia sido “sequestrada por criminosos em um carro”.

A análise de câmeras de segurança e declarações de testemunhas desafiaram essa afirmação e as evidências começaram a apontar para os avós.

Izilda pegou as chaves da casa no dia 20 de setembro e de Oliveira comprou material de construção e cavou ferramentas dias depois.

Os advogados do casal até agora não apresentaram defesa.

Com a confirmação de que o corpo é da mãe desaparecida, os detetives solicitaram que fossem detidos por mais 30 dias até que o IML concluísse os exames forenses do cadáver.

Após o que o par pode ser acusado de assassinato, sequestro e ocultação de um corpo.

Oficiais descartaram qualquer envolvimento do pai das crianças no crime.

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