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Politica

Exame em Bolsonaro confirma nova doença grave que pode matar

De acordo com médicos, exame indica que presidente está com pneumonia, o que pode adiar sua alta

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Nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, divulgou um novo boletim médico do presidente Jair Bolsonaro. Esse boletim indica que Bolsonaro, que está internado há quase duas semanas, enfrenta um novo problema de saúde. Lembrando que Bolsonaro foi internado no local para uma reversão da colostomia.

De acordo com uma tomografia feita no líder do PSL, as imagens indicam que ele está com uma pneumonia. Esse não é o primeiro problema que Jair tem desde que foi internado. Por conta da doença e de uma outra infecção intestinal, os médicos estão tratando Bolsonaro com antibióticos.

Segundo o exame, Bolsonaro está com uma pneumonia. A doença é mais grave do que parece e, segundo a sociedade brasileira de pneumologia, mata todos os anos no Brasil milhares de pessoas.

Mas o que a pneumonia? A doença é uma infecção que atinge os pulmões. Existem 4 tipos de pneumonia e elas estão relacionadas às suas formas de contagio. No geral, a doença pode se agravar se não tratada. Os remédios para a pneumonia costumam ser os antibióticos, que Jair já estava tomando por outra infecção.

Lembrando que Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, um dos hospitais mais relevantes e de qualidade do Brasil.

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, exames detectaram que a pneumonia tem causa bacteriana. Um novo antibiótico foi incluído no tratamento de Bolsonaro para ser administrado por sete dias.

Ainda segundo o boletim, “foi realizado um ajuste na antibióticoterapia e mantidos os demais tratamentos. Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdome e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral”

Nas redes sociais, muitos internautas se pronunciaram a respeito do assunto. “Que Deus abençoe o nosso Presidente, há momentos que Eu não acredito em Boletim Médico, tomara que as informações repassadas à nação pelo porta voz do Hospital seja realmente verdadeiras e que o quadro de saúde evolui para melhora o mais breve possível, não aceitamos mais outro caso que nos lembra a agonia de Tancredo Neves e a enxurrada de mentiras”, disse um dos internautas ao comentarem sobre o assunto.

Matéria do Notícia ao vivo

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Politica

Reforma acaba com aposentadoria especial de políticos

Políticos eleitos terão regras mais rígidas com nova Previdência. Até o momento, aqueles com mandatos eletivos podem se aposentar com 60 anos de idade e 35 de contribuição

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A Reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (20) acaba com o direito à aposentadoria especial para políticos.

As normas atuais, que permitem a aposentadoria com 60 anos de idade e 35 anos de contribuição com benefício de 1/35 do salário para cada ano como parlamentar, serão extintas na reforma elaborada pelo Ministério da Economia com o aval de Paulo Guedes.

De acordo com a proposta, a norma de transição ficará assim para os parlamentares: idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, além do pagamento de 30% de “pedágio” do tempo de contribuição faltante.

O máximo que deputados e senadores receberão é o teto previsto hoje para os empregados da iniciativa privada: cerca de R$ 5.800.

“Isso aproxima o parlamentar das regras de toda a sociedade”, disse o secretário de Previdência, Leonardo Rolim.

Já os novos eleitos estarão automaticamente no regime geral. As regras são válidas para deputados federais e senadores, registra o jornal Metrópoles.

Matéria do Renova Mídia 

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Politica

Bolsonaro anuncia mudanças na emissão e renovação da CNH

Segundo o presidente, uso de simulador nas auto escolas deixará de ser obrigatório e prazo de validade do documento será ampliado

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A conta do presidente Jair Bolsonaro na rede Twitter publicou neste sábado, 9, nota dizendo que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciará a ampliação da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o fim da obrigatoriedade de aulas com simuladores, exigidas desde janeiro de 2017. Na postagem, o texto diz ainda que “medidas que afetam os caminhoneiros serão extintas ou revistas” e “revisões na questão do emplacamento”.

O texto diz ainda que “o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) emite cerca de 100 resoluções/ano atrapalhando a vida de quem transporta no Brasil”.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro citou que iria aumentar de cinco para dez anos o prazo de validade da CNH, que passará por um processo de substituição em 2022, quando um novo modelo do documento, com chip, será adotado.

O Contran e o Departamento Nacional do Trânsito (Denatran) eram vinculados ao Ministério das Cidades, que foi extinto e teve suas funções assumidas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. Entretanto, esses dois órgãos foram para a pasta da Infraestrutura.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, também postada pelo presidente, o ministro Freitas afirmou conhecer piloto da Força Aérea que não precisou passar por simulador para exercer sua profissão. “Vão dizer que é importante… coisa nenhuma. Isso é para vender hardware e software”, diz a reportagem.

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Politica

Moro diz que policial não pode ser tratado como homicida se criminoso morrer

Ministro deu declaração após apresentar pacote anticrime a parlamentares. Entre outros pontos, proposta livra de pena o policial que matar alguém em serviço em situação de ‘conflito armado’

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O ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou nesta quarta-feira (6) que “ninguém” deseja a morte de criminosos, mas, se houver algum incidente, os policiais não podem ser tratados como homicidas.

Moro deu a declaração após se reunir com parlamentares na Câmara dos Deputados para apresentar o pacote anticrime e anticorrupção, divulgado na última segunda (4).

Entre vários outros pontos, a proposta livra de pena o agente policial ou de segurança pública que matar alguém quando estiver em serviço em situação de “conflito armado ou em risco iminente de conflito armado” ou para prevenir “injusta e iminente agressão a direito seu ou de outrem”.

“Ninguém deseja a morte de criminoso, o criminoso tem que responder segundo a lei. Mas, se um incidente infeliz acontecer, o policial não pode ser tratado como homicida”, declarou.

De acordo com o ministro da Justiça, o projeto não prevê “licença para matar”. Segundo ele, se alguém avalia dessa forma, “está fazendo uma leitura absolutamente equivocada que não é consistente” com o texto apresentado.

Ainda na entrevista, Moro afirmou que as pessoas não são robôs e, por isso, “eventualmente” podem reagir sob “violenta emoção”.

Apresentação do pacote

Em um plenário lotado de parlamentares e assessores, Moro apresentou o projeto por quase duas horas.

Ele explicou os pontos da proposta e depois abriu espaço para perguntas dos deputados.

No entanto, nem todos os inscritos tiveram chance de fazer questionamentos porque o ministro alegou outro compromisso fora da Câmara e precisou deixar o local.

Cada partido indicou um representante para fazer questionamentos, e os nomes foram sorteados pelo coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como a “bancada da bala”, deputado Capitão Augusto (PR-SP).

Mudança a pedido de governadores
Segundo Sérgio Moro, houve uma mudança na redação do pacote a pedido de governadores com os quais se reuniu na última segunda-feira.

“Foi solicitado [apresentada] uma preocupação [para] o projeto habilitar as polícias de retirar criminosos perigosos com armas pesadas na rua, e os governadores fizeram uma sugestão específica. […] A ideia é essa, tirar pessoas muitas vezes com armamentos pesados, indicativo de serem membros de organizações criminosas, da circulação, proteger o cidadão”, declarou Moro.

Repercussão do encontro

Em entrevista ao final do encontro com Moro, o deputado Capitão Augusto afirmou que o projeto foi bem recebido pela maior parte dos parlamentares. Na opinião dele, vários pontos da proposta têm chance de serem aprovados ainda neste semestre.

“[São] projetos que têm viabilidade de serem aprovados. Não são projetos complexos, que demandam teoria, convencimento. É muito fácil realmente a forma como ele expôs, a justificativa [dada]. Por isso que não deveremos ter grandes problemas para aprovação desse projeto. Então, estou bastante otimista que neste semestre nós vamos conseguir aprovar boa parte do que foi proposto hoje”, disse.

Para ele, o projeto supre a necessidade de atualizar a legislação na área de segurança pública. Ele defendeu, no entanto, que sejam feitas algumas inclusões no projeto.

“Por exemplo, aqui não foi tratado o bloqueio de celulares dos presídios, que é uma coisa que nós vamos ter que incluir nesse projeto, nesse pacote”, afirmou.

Matéria do G1

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