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Criança de 4 anos é estuprada pelo bisavô: “Se queixava de dores no ânus”

Crime ocorreu em Belo Horizonte (MG). Polícia Civil investiga o caso. Até o momento, bisavô não foi preso

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Mceara 2019 11 23 00.26.33 01

Um menino de apenas 4 anos foi estuprado pelo bisavô, de 71, em Belo Horizonte (MG). O crime foi descoberto pela mãe da criança, na noite dessa segunda-feira (18/11/2019), após o filho relatar dores no ânus e descrever, detalhadamente, o abuso sexual que teria sofrido.

Há cerca de dois meses, o menino fica na casa do bisavô no período da tarde, quando a mãe sai para trabalhar. De acordo com o boletim de ocorrência, o menino chegou em casa e começou a contar, espontaneamente, que o bisavô, Geraldo Ferreira Lima, o teria beijado na boca.

“A vítima, de forma espontânea, disse que ‘Ladim’ [,como o suspeito é chamado pela criança,] havia lhe pedido um beijo na boca. A mãe indagou, e a criança disse que após o beijo o bisavô colocou o pênis na boca dela e penetrou o órgão genital no ânus do menino”, detalha o boletim.

A mãe gravou todo o relato do filho. A criança, inclusive, reclamava de dores do ânus. As imagens foram analisadas pelos policiais militares. No vídeo, o menino demonstra que o bisavô “pediu para tirar a roupa, virar de costas e abrir as nádegas”. Neste momento, a criança aponta para o ânus.

O último contato do menino com “Ladim” foi na quinta-feira (14/11/2019). Aos policiais, a mãe contou que o filho estava tendo um comportamento estranho. O menino estava tocando os órgãos genitais do irmão, que tem apenas 1 ano e 3 meses.

A criança foi encaminhada ao hospital Odilon Beres, na capital mineira. A médica pediatra disse que o menino confirmou o abuso sexual. “Após análise, aparentemente não havia lesão interna, mas a criança ficou no hospital para outros exames”, completa o boletim.

O caso, registrado como estupro de vulnerável, foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual. Geraldo Ferreira Lima não foi preso até o fechamento desta reportagem.

Procurada, A Polícia Civil de Minas Gerais informou que instaurou inquérito para apurar a denúncia. “Os envolvidos serão chamados, nos próximos dias, à delegacia para prestar esclarecimentos, inclusive a criança, que passará por escuta qualificada com profissionais de psicologia”, informou.

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