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Brasil

Corpo da jovem Rayane de 16 anos é encontrado com cadarço no pescoço

Segundo a Polícia Militar, corpo está em estado avançado de decomposição e vai ser levado para o IML, onde uma perícia deverá comprovar se trata-se de Rayane Paulino

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A polícia localizou um corpo em uma área de mata da Avenida Francisca Lerário, no bairro do Lambiri, em Guararema, que pode ser de Rayane Paulino, de 16 anos. O corpo está em avançado estado de decomposição.

A jovem está desaparecida desde o último dia 21, quando foi a uma festa em um sítio às margens da Rodovia Mogi-Guararema, em Mogi das Cruzes.

De acordo com a Polícia Militar, familiares de Rayane foram até o local. O pai e um tio disseram que as roupas não são de Rayane. Já uma prima afirmou que as roupas são da jovem desaparecida.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Guararema, às 15h54, o Copom solicitou que a equipe fosse até a Avenida Francisco Lerário, porque um corpo havia sido encontrado por lá. Às 18h, a corporação informou que a Polícia Científica já estava o local.

Ainda segundo a polícia, foi possível colher material genético da vítima, que deverá ajudar não só a identificar se é Rayane Paulino, como também o autor do crime.

Agora o corpo vai ser levado para o Instituto Médico Legal para continuar os exames.

Corpo de Bombeiros e polícia isolaram área em que corpo foi encontrado na Avenida Francisco Lerário. — Foto: Mirielly de Castro/TV Diário

O caso

Na noite de sábado, 20 de outubro, Rayane Paulino foi a uma festa em um sítio de Mogi das Cruzes na companhia de mais duas amigas. O pai dela a deixou na casa de uma delas.

Para as amigas, Rayane teria dito que precisava ir embora mais cedo e que o pai viria buscar, mas isso não aconteceu. Ainda não se sabe se ela saiu do sítio sozinha ou acompanhada.

Por volta das 5h de domingo dia 21, os pais perceberam que a filha ainda não tinha ligado e acharam estranho. Eles contam que tentaram contato com ela, mas não conseguiram.

Na segunda-feira (22), os pais espalharam vários cartazes pela cidade com fotos de Rayane e o telefone deles para contato. A família da jovem conta que ela não tinha namorado e que sempre teve o costume de avisar onde e com quem estava.

Rayane desapareceu após festa em sítio de Mogi — Foto: Reprodução/TV Diário

Operação de busca

Na última semana, após a Polícia localizar o celular que pertencia à jovem na altura do km 170 da Rodovia Presidente Dutra, em Jacareí, cães farejadores fizeram buscas em uma região de mata no entorno do local. Os animais chegaram a indicar que o corpo da jovem poderia estar em um lago.

Diante desta possibilidade, equipes do Corpo de Bombeiros e mergulhadores de Jacareí fizeram as buscas no lago, mas informaram que não encontraram qualquer vestígio de que a jovem estaria por lá.

Durante a tarde deste sábado (27), uma denúncia anônima levou a equipe de resgate, que busca por Rayane Paulino, que está desaparecida desde o dia 20, ao bairro da Bela Vista, em Jacareí. A informação era que o corpo de uma jovem estaria ao lado de um sofá, numa casa abandonada perto de um rio.

Cães farejadores, bombeiros e policiais militares percorreram toda a região, que é cercada por chácaras e lagoas. Casas abandonadas e áreas com entulhos e restos de construção foram vistoriadas. O helicóptero águia da Polícia Militar também esteve no local para dar apoio.

Depois de mais de 2 horas de caminhada pelo bairro as buscas por Rayane foram, mais uma vez, suspensas.

Matéria do G1

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Mãe mata filha de um ano com golpes de marreta e ateado fogo no corpo da criança

A suspeita é que a mulher tenha problemas psicológicos

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Uma criança de 1 ano e 8 meses foi morta com golpes de marreta pela mãe identificada como Alessandra Fiuza Neves, na manhã desta quinta-feira (21), no Parque Santa Rita, em Goiânia.

De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher utilizou uma marreta e quebrou crânio, pernas e braços da menina. Depois, ela jogou a criança em um entulho no quintal da residência e ateou fogo.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estão no local do crime. A mãe, que estava em estado de choque, foi levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela será encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.

Matéria do Mais Goiás 

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Brasil

Militares de Maduro atiram contra índios na fronteira com Brasil, matam 2 e deixam vários feridos

Ao menos duas pessoas morreram e 14 ficaram feridas; fronteira foi aberta temporariamente para passagem de duas ambulâncias com destino à Boa Vista

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Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos duas pessoas mortas e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.

O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22. A cidade fica a cerca de 70 km de Santa Elena de Uairén, na divisa com o Brasil.

Os mortos são Zorayda Rodriguez, de 42 anos, e Rolando García, segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo De Grazia. Outras 14 pessoas ficaram feridas pelos disparos, algumas em estado grave.

De acordo com De Grazia, Rolando García foi transferido para o hospital de Pacaraima, mas não sobreviveu.

Os venezuelanos com ferimentos nos membros inferiores foram transferidos para o Hospital Rosario Vera Zurita, na cidade de Santa Elena de Uairén. Já os com ferimentos em membros superiores foram enviados para o Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista.

Segundo o deputado venezuelano Angel Medina Devis, os hospitais no país não possuem medicamentos e equipamentos adequados para tratá-los.

O bloqueio na fronteira em Pacaraima foi temporariamente suspenso para a passagem de duas ambulâncias que transportavam os feridos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, os feridos transportados ao Brasil saíram da Venezuela por volta das 11h do horário de Brasília e devem chegar a Boa Vista em breve.

O confronto

De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil.

Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.

Após o confronto, ao menos 30 moradores saíram às ruas e sequestraram três soldados venezuelanos. Segundo Tamara Suju, advogada e defensora dos direitos humanos, eles só serão liberados pelos indígenas caso o ministro da Defesa da Venezuela, Padrino López, vá buscá-los pessoalmente.

Os responsáveis pelo ataque aos civis, segundo dirigentes da oposição, são agentes da Guarda Nacional Bolivariana e da Força Armada Nacional Bolivariana.

Os ativistas pertenciam à tribo indígena Pemones, que se uniu ao esforço da oposição para levar as doações do Brasil, Estados Unidos e outras nações aos venezuelanos.

A mulher que morreu é uma vendedora de empanadas que estava na área onde ocorreu o enfrentamento, a comunidade de Kumaracupay, enquanto os feridos são todos homens.

Apenas três deles, e devido à gravidade do seu estado, foram transferidos imediatamente a um centro de saúde, pois, segundo De Grazia, não havia gasolina nem ambulâncias para transferir os demais de imediato. A ajuda chegou algum tempo depois e transportou mais algumas pessoas para receber cuidados no Brasil.

Na entrada da comunidade de Kumaracapai há uma placa com a inscrição “Guaidó presidente”. “Nunca apoiamos ou apoiaremos a ditadura”, disseram os índios a repórteres no local.

Bloqueio da fronteira

Na quinta-feira 21, o governo chavista de Maduro ordenou o bloqueio da fronteira com o Brasil por período indeterminado. O espaço aéreo entre os países também foi suspenso, por determinação do Instituto Nacional de Aeronáutica Civil.

O presidente venezuelano quer impedir que os venezuelanos entrem no Brasil para buscar a ajuda humanitária doada pelo governo brasileiro.

Maduro afirma que as ajudas são um “presente podre” que carrega o “veneno da humilhação”, apesar de reconhecer as dificuldades que a Venezuela atravessa. O chavista também já disse que não permitirá a entrada das doações, pois são uma tentativa de “invasão estrangeira”.

Além, do Brasil, Colômbia e Estados Unidos se mobilizam para enviar ajuda humanitária aos venezuelanos. Canadá e União Europeia (UE) também anunciaram doações em dinheiro, destinadas principalmente aos refugiados do país.

A situação econômica desastrosa da Venezuela é considerado pela ONU a mais maciça da história recente da América Latina. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas está asfixiado por uma profunda crise e pela hiperinflação, além de ser alvo de sanções financeiras dos Estados Unidos.

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Brasil

Mãe mata a filha de 3 anos, tortura, quebra membros e estupra com cano

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa

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Uma criança de apenas três anos de idade foi assassinada na manhã do último domingo, na comunidade Baixão Grande, em São Domingos do Maranhão, estado do Maranhão. A autora do Crime é a própria mãe da vítima, identificada como Deilandia dos Santos Assunção, de 19 anos.

O crime causou bastante repercussão na localidade. A população tentou linchar a acusada, em razão da crueldade com que se deram os fatos, mas a Polícia Militar evitou a ação e efetuou a prisão da suspeita.Além da mulher, o seu esposo, padrasto da criança, também foi preso. Segundo informações do delegado Rildo Portela, titular da 13ª Delegacia Regional de Presidente Dutra, a autora foi presa em flagrante por ter matado a sua filha de três anos.

Conforme o delegado Portela, a suspeita torturou a menina até a morte, quebrando seus braços e pernas e, como se não bastasse, ainda introduziu um pedaço de cano nas suas partes intimas e desferiu várias pancadas na cabeça, causando cortes profundos.

Segundo o delegado Portela, o principal suspeito de ter cometido o crime bárbaro era o padrasto da menina, mas, em seu depoimento, ele negou ser o autor do crime. Ainda, de acordo com Portela, a mãe da vítima confessou em seu depoimento que assassinou a própria filha.

Portela ainda disse que a acusada tinha pisado em cima da vítima e quebrado os seus braços e pernas. Conforme a polícia, a mulher também relatou que violentou a própria filha introduzindo um pedaço de cano nas suas partes íntimas.

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa.

O esposo da mulher prestou seu depoimento e, logo após, foi liberado, mas a polícia continuará o investigando. Também vai colher depoimentos de vizinhos. A acusada está presa e ficará à disposição da Justiça.

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