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Caminhoneiro comete suicídio em posto de combustível

Roberto Marcos Fraga Bonfim cometeu suicídio de madrugada, enquanto o filho adolescente que o acompanhava dormia no caminhão

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Um caminhoneiro identificado por Roberto Marcos Fraga, natural da cidade de Caetité, cometeu suicídio no início da manhã desta quarta-feira (30), em um posto de combustível no Distrito do Rosário, município de Correntina.

Uma guarnição da Policia Militar da localidade foi informada de que havia o corpo de um homem enforcado em uma árvore, próximo ao pátio do Posto Rosário. Ao chegar no ponto indicado os policiais puderam comprovar a veracidade do fato.

Segundo informações, Roberto estava com seu caminhão parado no Posto do Rosário, em função da paralisação da categoria, e estava acompanhado, durante a viagem, de um filho.

Conforme informações da polícia, amigos relataram que ele apresentava sinais de depressão nos últimos dias. O corpo foi encaminhado para o IML.

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Pai mata filho de 1 anos esmagado quando estacionava caminhão na garagem de casa

Caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (20), no município de João Dourado. Homem ficou em estado de choque e foi internado no hospital da cidade

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Um bebê de 1 ano e 8 meses morreu atropelado após o pai estacionar um caminhão na garagem de casa, na manhã desta quarta-feira (20), no município de João Dourado, no norte da Bahia.

Segundo informações da Polícia Civil, o caso aconteceu por volta das 10h30, no bairro da Independência. O Homem, que não teve a identidade revelada, manobrava o caminhão na porta de casa, quando Ezequiel Nascimento Caetano correu para a garagem e ele não viu.

O menino foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Municipal Dr. Benedito Ney, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia informou que os pai da criança foi levado para a mesma unidade médica, em estado de choque. O homem continua internado.

Não há informação sobre o velório e sepultamento da vítima. O caso é investigado pela 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), em Irecê.

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Menina de 10 anos tira própria vida com arma de fogo do pai e deixa duas cartas

Após ser atingida pelo disparo, policiais foram acionados para a casa, mas a menina já estava sem vida no local

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Uma menina de dez anos morreu após ter atirado em si própria, em São Caetano do Sul, na Região Metropolitana de São Paulo. O caso aconteceu na manhã do último domingo (17), no bairro São José. A arma utilizada pela garota pertencia ao pai, informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).

Após ser atingida pelo disparo, policiais foram acionados para a casa, mas a menina já estava sem vida no local. No momento em que o tiro foi desferido, o pai da criança, que não teve a identidade revelada, estava na residência, mas em outro cômodo.

Questionada pela reportagem, a SSP não informou se o homem tinha posse ou porte de armas, já que estava guardada em sua casa. Por meio de nota, o órgão, acrescentou apenas que o caso foi “registrado pela Delegacia de São Caetano do Sul e segue em investigação.”

Os agentes encontraram duas cartas deixadas pela menina em sua casa. O conteúdo dos registros, no entanto, não foi revelado.

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É assim que você deve alertar seu filho sobre Momo, segundo psicóloga

Essa personagem voltou a ser centro de polêmicas na web, dessa vez em vídeos infantis no YouTube

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Após boatos de que certas pessoas estariam se passando por uma boneca assustadora para incentivar o suicídio via WhatsApp, essa personagem – conhecida como Momo – voltou a ser centro de polêmicas na web. Dessa vez, a história é a de que ela estaria aparecendo no meio de vídeos infantis do YouTube Kids, desdobramento da plataforma voltado especificamente para crianças.

Vídeos que exibem a boneca instruindo o espectador a tirar a própria vida em meio conteúdos infantis circularam em massa pelo Instagram e pelo WhatsApp recentemente e, mesmo que as imagens não provem que isso está realmente acontecendo no YouTube Kids, elas foram o suficiente para deixar muitos pais e mães em completo pânico – e em dúvida sobre como abordar a questão com os pequenos.

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Caso Momo: falar ou não com os filhos?

Neste cenário, muito se discutiu sobre como conversar com os filhos a respeito de algo assim; enquanto muita gente achou necessário expor a situação em detalhes para as crianças de forma a deixá-las atentas, houve quem apenas tirasse delas a plataforma para impedir o contato com conteúdos maliciosos. De acordo com a psicóloga Livia Marques, porém, esse é o tipo de situação sem certo e errado.

Como muita gente fica assustada com a possibilidade de os filhos se depararem com os vídeos assustadores da boneca – que, conforme mostram a imagens virais, ensina de maneira gráfica como o espectador deve fazer para se suicidar –, é possível que, ao conversar com eles, o tom do papo seja alarmista. Segundo Livia, essa não é uma opção muito efetiva se a intenção é alertar o filho.

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“Demonstrar medo de forma a trazer pânico, tristeza, ansiedade, sensações ruins, pode fazer o inverso. A gente pode fazer com que essa criança mesmo não vendo o vídeo alimente na cabeça dela que a Momo pode aparecer a qualquer momento”, explica Livia, ressaltando que o importante não é exatamente a decisão de falar ou não sobre esse caso específico com a criança.

Segundo a psicóloga, essa decisão cabe apenas aos pais – e, caso eles optem por expor a situação aos filhos, ela aconselha usar um tom ameno, além de um discurso fácil de entender.

“A gente precisa deixar muito claro para essas crianças que vão ter conteúdos que não são legais. Dizer para eles que, se algo não for legal, se alguma coisa as deixar magoadas ou com medo [elas devem] falar com o pai, a mãe ou um responsável”, afirma Livia.

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Não falar sobre o caso da boneca também é uma opção a ser respeitada, mas a psicóloga defende que o diálogo sobre internet e televisão seja franco e cuidadoso de forma geral, não apenas quando há uma situação que causa pânico.

Conforme explica ela, manter esse canal aberto faz pais e filhos se aproximarem, algo que torna a criança mais propensa a avisar caso se depare com algo amedrontador.

É necessário proibir?

Conforme explica a psicóloga, disponibilizar ou não tablets, celulares e a televisão às crianças é uma escolha dos pais e, seja ela qual for, deve ser respeitada.

No entanto, proibir apenas uma das redes sociais como forma de prevenir a exposição da criança a algo malicioso e não ter um bom diálogo com ela, segundo Livia, pode não ser muito efetivo.

“O importante é a gente deixar muito claro para as nossas crianças que há risco em qualquer coisa que eles vão assistir”, aconselha a psicóloga, afirmando que retirar o YouTube Kids e permitir o acesso à Netflix, por exemplo, não acaba com as possibilidades da criança de separar com um conteúdo impróprio.

Para ela, o melhor, além de supervisionar essa atividade, é usar os filtros de segurança oferecidos pela plataforma.

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Polícia apreende menor suspeito de organizar ataque em Suzano

Como se trata de um menor de idade, portanto inimputável, ele ficará à disposição da Justiça

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A polícia apreendeu adolescente suspeito de ter participado da organização do atentado que levou ao massacre de cinco estudantes, um empresário e dois funcionários da Escola Estadual Raul Brasil, na última quarta-feira (13), na cidade de Suzano, em São Paulo.

Os dois autores do crime também morreram.

O pedido de apreensão foi formulado pela polícia. Num primeiro momento, o Ministério Público foi contra, mas a polícia insistiu e agora obteve com a Justiça a tutela do Estado.

Você será direcionado para o “Fale com a Ouvidoria” da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando.

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Família registra queixa após jovem voltar de missão no Exército em surto psicótico

Felipe Carvalho foi para missão no 7º BEC e uma semana depois voltou para casa agitado, sem falar nem responder estímulos. Exército diz que ele apresentou ‘alteração comportamental’ e recebeu atendimento

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A família do soldado Felipe da Silva Carvalho, de 19 anos, tenta entender o que aconteceu com o rapaz durante os dias em que ficou sob os cuidados do Exército Brasileiro.

O rapaz foi levado para uma missão após se alistar no início deste mês e, em menos de dez dias, voltou para casa em surto psicótico. Agora, não fala, não anda e nem responde a estímulos.

O pai do soldado, o funcionário público Gilson Rocha, registrou um boletim de ocorrência e exige explicações do 7° Batalhão de Engenharia de Construção (7° BEC), em Rio Branco. Em foto tirada no dia em que ele foi para a missão, o rapaz estava feliz e saudável.

Ao G1, o comandante do 7° Batalhão de Engenharia de Construção, Flávio do Prado, explicou, por meio de nota, que o soldado entrou no Exército no dia 1º de março de 2019 e, com menos de uma semana de atividades, os colegas perceberam que ele passou a apresentar “algumas alterações em seu padrão comportamental”.

Ainda segundo a nota, o soldado foi encaminhado para acompanhamento com o médico do batalhão, onde recebeu toda assistência e depois foi encaminhado “para um hospital especializado e recomendando a convalescença domiciliar”.

O pai contou que o rapaz foi para missão na Quarta-feira de Cinzas (6), no domingo (10) a mãe foi visitá-lo e estava tudo normal. Na sexta (15), a família diz que um tenente do 7º BEC deixou o rapaz no trabalho da mãe dele afirmando que foram feitos testes e Carvalho não estava apto para o exercício militar.

“Parece uma criança, está travado, foi hospitalizado na UPA [Unidade de Pronto Atendimento] do Segundo Distrito, no domingo [16], esteve no Hosmac [Hospital de Saúde Mental do Acre] , agora estamos retornando. Meu filho está em estado lastimável e o 7º BEC simplesmente entregou ele”, lamentou o pai.

Possível surto

Ainda segundo Rocha, os médicos não sabem informar ao certo o que o jovem tem, mas suspeitam de um quadro de esquizofrenia. Um psiquiatra pediu um tempo para estudar o quadro do rapaz e dar um posicionamento para a família.

“Não sei o que houve com ele, não sei o que acontece com esses recrutas. Meu filho estava normal antes de ir para lá. Na semana inicial estava bem e foi para esse chamado na Quarta-feira de Cinzas e na sexta aconteceu isso”, lamentou.

O recruta esteve no Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac) nos dias 14, 17 e 18. Segundo a direção, ele apresentava um quadro de surto psicótico nos atendimentos emergenciais em que compareceu à unidade. Ainda segundo o hospital, inúmeras possibilidades podem desencadear um quadro como esse, como uso e abuso de álcool ou drogas e herança familiar.

O hospital informou que só pode passar as informações de atendimento emergencial durante o período em que ele foi atendido. Já a família diz que vai procurar atendimento para o jovem.

O funcionário público criticou também a forma como o rapaz foi devolvido para a família e como o assunto tem sido tratado pelo Exército. A família contratou uma advogada para exigir explicações oficiais do 7º BEC.

“Meu contato tem sido com dois oficiais, um tenente médico que foi na UPA me afrontar e intimidar e outro, o tenente Matos, que falou desse quadro e o levou no Hosmac. Disse que o médico plantonista não receitou nada e tiveram que dar algo no alojamento para ele se acalmar e não se acalmou”, complementou.

Sonho

O pai diz também que foi avisado que em 30 dias a família e o rapaz serão chamados para receber o certificado de dispensa. O Exército afirmou aos pais que abriu uma sindicância para apurar o que aconteceu ao jovem.

“Entregamos nosso filho para o Exército Brasileiro, era o sonho dele, estava animado e agora está assim. Não responde estímulos, não anda, parece um robô. Repetia que me ama e ama a mãe dele, mas agora não fala mais nada. Meu filho não é um coturno que foi jogado lá e devolvido”, criticou.

Emocionado, Gilson Rocha contou que o filho estava no segundo período do curso de educação física, mas decidiu trancar o curso para se alistar. O pai acrescentou que Felipe nunca teve um surto assim, é um rapaz normal, tem vários amigos e é caseiro.

“Alegam que pode estar desenvolvendo um quadro esquizofrênico, mas estava a cargo do Exército e não poderia ter sido devolvido dessa forma. Foram no trabalho da mãe dele, exposto a todos e, inclusive, ela é vigilante e teve até problemas no trabalho. Condenamos a forma que deixaram, forma desumana”, desabafou.

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