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Politica

Camilo Santana do PT elogia governo Bolsonaro e critica presidentes anteriores

Governador questionou também as leis do País que, segundo ele, “são frouxas”

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O governador do Ceará, Camilo Santana, elogiou o governo de Jair Bolsonaro e criticou presidentes anteriores por não agirem para enfrentar efetivamente o problema da insegurança no País. Para Camilo, os governos anteriores, inclusive pertencentes ao seu próprio partido, foram omissos.

A afirmação foi concedida na manhã desta sexta-feira (11) para uma rádio em Fortaleza.

“Eu não estou criticando o governo atual não. Muito pelo contrário. Governo tem dado todo o apoio. Eu estou criticando todos os governos que passaram, inclusive do meu partido, que foram omissos nesta área da segurança pública”, reclamou.

Camilo destacou também a atenção que recebe principalmente do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

“Em primeiro lugar quero aqui registrar todo apoio que tenho tido do Governo Federal. É eu tenho mantido contato com o ministro Sérgio Moro da Justiça que prontamente me atendeu com a presença da Força Nacional aqui no Ceará que prontamente nos atendeu com a abertura de vagas no Sistema Prisional Federal para que eu pudesse garantir a transferência. Repito. Estou tendo todo apoio e parceria do Governo Federal neste momento no Ceará”, reforçou Camilo.

Estados precisam ter autonomia para criar leis penais, diz Camilo.

Em seguida, Camilo afirmou que os estados precisam ter autonomia para gerir suas próprias leis. O governador reiterou que aprovou uma lei que fazia o bloqueio de aparelhos celulares nos presídios, mas a norma foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“[Para] tudo nós dependemos da União. Se tudo depende da União, há uma responsabilidade da União sobre esse tema. Eu lembro do caso dos bloqueadores dos celulares nos presídios. Aprovamos uma lei na assembleia. Fizeram até uma ameaça a carro-bomba na porta da assembleia. Tivemos a coragem e a assembleia votou eu sancionei e o STF não aprovou a lei alegando que nós não tínhamos autonomia para legislar sobre o tema. Eu não tenho autonomia para legislar”, criticou o governador.

Camilo também aproveitou para questionar as leis penais no País, que segundo ele, são frouxas.

“Se você coloca uma bomba em um viaduto era para ser considerado no Código Penal Brasileiro crime de terrorismo, mas não é. Porque nossa legislação está falha. Então, é preciso uma pactuação nacional. Primeiro, é preciso rever as leis deste País. São leis frouxas. Você tem que enquadrar uns criminosos desses danos ao Estado. Se for enquadrar em terrorismo, a pena é muito maior”, disse.

Por fim, o governador reforçou que o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública do Nordeste trabalha desde dezembro de 2018 e já ajudou a evitar crimes.

O Centro de Segurança trabalha desde dezembro. Ele é coordenado pela União e tem sim ajudado nas ações de segurança. Muitos crimes já foram evitados graças as informações repassados por ele. O Centro repassa para cada estado informações de interesse de cada um”, disse.

Matéria do DN

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Politica

Avaliação negativa de Bolsonaro cresce 7 pontos em um mês, mostra XP/Ipespe

Nível de “ótimo” ou “bom” atribuído à gestão Bolsonaro é mais baixo do que o registrado por outras pesquisas durante os governos Collor, FHC, Lula e Dilma

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Antes de completar 3 meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve sua primeira queda no nível de aprovação e elevação de rejeição junto à população. É o que mostra a quinta pesquisa mensal da série XP/Ipespe, realizada entre os dias 11 e 13 de março.

Segundo o levantamento, as avaliações positivas (“ótimo” ou “bom”) do presidente caíram de 40% em fevereiro para 37%, ao passo que as negativas (“ruim” ou péssimo”) saltaram de 17% para 24% no mesmo período. Já o grupo de eleitores que veem o governo como “regular” se manteve em 32%, enquanto 8% não souberam ou não quiseram opinar.

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O nível de “ótimo” ou “bom” atribuído à gestão Bolsonaro em março é mais baixo do que o registrado por outras pesquisas durante os governos de Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso (primeiro mandato), Luiz Inácio Lula da Silva (os dois mandatos) e Dilma Rousseff (primeiro mandato) em momentos similares.

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De acordo com a pesquisa, as expectativas para o restante do mandato de Bolsonaro caíram pelo segundo mês seguido. Em janeiro, 63% esperavam uma gestão ótima ou boa, percentual que caiu para 60% em fevereiro e agora está em 54%. Já o grupo dos que esperam um mandato ruim ou péssimo saltou para 20% após ficar em 15% nos dois meses anteriores.

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Mudanças relevantes também se observam na percepção dos entrevistados sobre o noticiário que envolve o governo e o presidente Jair Bolsonaro. Para 43%, a maioria das notícias veiculadas recentemente na televisão, nos jornais, nas rádios e na internet eram mais desfavoráveis à atual gestão. Em fevereiro, este percentual estava em 24%. Do outro lado, 21% veem notícias mais favoráveis ao governo, 13 pontos percentuais a menos do que a marca do mês anterior.

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Nesse sentido, as recentes publicações polêmicas de Bolsonaro nas redes sociais, caso da divulgação de vídeo obsceno de um bloco de Carnaval em São Paulo, tiveram repercussão negativa entre a maioria dos eleitores ouvidos pela pesquisa.

Segundo o levantamento, 72% tomaram conhecimento da publicação. Desses, 59% consideraram o conteúdo inadequado, ao passo que 27% classificaram a postagem como adequada e 3% disseram ser indiferente.

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Previdência

A pesquisa também ouviu a opinião dos eleitores sobre a reforma da Previdência, prioridade na agenda legislativa do governo neste momento. Na avaliação de 64% dos entrevistados, a medida é necessária. O resultado é o mesmo do mês anterior e está 7 pontos abaixo dos números de janeiro. Já o grupo contrário à reforma chegou a 31%, 2 p.p. a mais do que o resultado de fevereiro e 9 p.p. acima dos números de janeiro.

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Quanto a pontos específicos da reforma, a maior taxa de concordância dos entrevistados se dá sobre as regras para servidores públicos em geral e militares das Forças Armadas – embora neste último caso ainda não se conheça os detalhes do que será proposto pelo governo para a categoria –, ao passo que maior resistência aparece no caso da idade mínima para aposentadoria e das mudanças nas regras para policiais, bombeiros e professores.

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Metodologia

A pesquisa XP/Ipespe foi feita por telefone e ouviu 1.000 entrevistados em todas as regiões do país. Os questionários foram aplicados por entrevistados e submetidos a fiscalização posterior. O nível de confiança é de 95,45%, o que significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob as mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem máxima de erro, estabelecida em 3,2 pontos percentuais.

Matéria do InfoMoney

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Politica

Em pesquisa, cearenses aprovam Governos de Bolsonaro e Camilo Santana

O Paraná Pesquisas ouviu 1.540 pessoas em 56 municípios do Estado, entre os dias 07 e 11 de março. O nível de confiança é de 95%

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Um levantamento divulgado nesta terça-feira (12), pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é aprovado por 51,2% dos cearenses. Os que desaprovam somam 41,4%. Já 7,4% dos cearenses não sabem ou não opinaram.

Governo do Estado

A pesquisa também quis saber a opinião dos cearenses sobre a administração do governador Camilo Santana (PT). Ele tem a aprovação de 73,3% dos cearenses.

De acordo com o levantamento, o petista é reprovado por 22,4% dos entrevistados, enquanto 4,4% não souberam opinar. Também foram ouvidos 1.540 pessoas.

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Politica

“Existem indícios de corrupção na Educação, vou fazer mudanças”, afirma Bolsonaro

Presidente postou em rede social sua preocupação com o tema

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O presidente Jair Bolsonaro reafirmou hoje (04), em sua conta pessoal no Twitter, que há “fortes” indícios de que recursos públicos destinados à educação são usados para objetivos que não interessam ao país. Bolsonaro disse que sua equipe anunciará medidas para solucionar o problema nos próximos dias.

“O Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB [Produto Interno Bruto] do que a média de países desenvolvidos. Em 2003, o MEC [Ministério da Educação] gastava cerca de R$ 30 bilhões em educação e em 2016, gastando quatro vezes mais, chegando a cerca de R$ 130 bilhões, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa)”, lamentou Bolsonaro.

Há quase um mês, o governo anunciou o início da operação Lava-Jato da Educação para investigar possíveis desvios como favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União, criaram a Lava-Jato da Educação”, afirmou o presidente.

Bolsonaro admitiu que a tentativa de alguns segmentos em manter estas práticas pode resultar em greves e movimentos coordenados, prejudicando a população de forma geral.

Na primeira quinzena de fevereiro, o Ministério da Educação firmou acordo com o Ministério da Justiça para investigar estes indícios de corrupção e desvios na pasta e suas autarquias nas gestões anteriores. Bolsonaro acrescentou que a Polícia Federal (PF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU) também farão parte da iniciativa.

Alerta

Em novo post no Twitter, Bolsonaro advertiu sobre a manipulação existente nas ideologias.

“A agenda globalista mira a divisão de classes. Pessoas divididas e sem valores são facilmente manipuladas. Mudar as diretrizes “educacionais” implementadas ao longo de décadas é uma de nossas metas para impedir o avanço da fábrica de militantes políticos para formarmos cidadãos”, afirmou o presidente.

Você será direcionado para o “Fale com a Ouvidoria” da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando.

Matéria da Agência Brasil

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Politica

Sargento da PM mata a mulher, atira em amigo e depois se suicida em casa de praia no Ceará

Sargento estava de folga e na casa do amigo para passar o carnaval. Polícia ainda não repassou informações sobre a motivação do crime

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Um sargento da Polícia Militar assassinou a mulher, atirou em um amigo e depois cometeu suicídio na madrugada desta segunda-feira (4), na cidade de Paracuru, no Litoral Oeste do Ceará. O crime ocorreu por volta das 3h40 em uma residência localizada na Avenida João Lopes Meireles, no Bairro Centro.

A Polícia Civil afirmou que o sargento Alisson Carlos Lima da Silva estava de folga e que foi convidado pelo amigo para passar um dia de carnaval na residência duplex. Segundo a Polícia Civil, o amigo estava dormindo quando ouviu pelo menos seis disparos.

Ele foi até o quarto onde o casal estava e quando chegou viu a mulher morta no chão. O sargento percebeu a presença do amigo e efetuou outros três disparos. Em seguida, ele cometeu suicídio.

O rapaz ferido foi encaminhado para o Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro de Fortaleza. Equipes da Polícia Civil e Perícia Forense foram acionados ao local. Polícia ainda não repassou informações sobre a motivação do crime.

Matéria do G1

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Politica

Justiça Federal autoriza quebra de sigilo fiscal e bancário do governador Camilo Santana

A quebra de sigilo inclui também o senador Cid Gomes e outras 66 pessoas físicas e jurídicas em investigação sobre concessão de benefícios tributários em troca de contribuição para campanhas eleitorais

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A Justiça Federal do Ceará acatou pedido da Polícia Federal e autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador do governador Camilo Santana (PT) e do senador Cid Gomes (PDT). Segundo o jornal O Globo, a investigação apura se houve concessão de benefícios tributários a empresas do grupo J&F, em troca de contribuição para campanhas políticas no Estado.

Em nota, o governador disse não ter conhecimento sobre as informações. Já Cid disse que “não houve notificação” sobre o caso e voltou a defender que pessoas em função pública não devem ter sigilos.

O pedido da PF, validado pelo Ministério Público Federal, compreenderá as movimentações financeiras entre janeiro de 2011 e dezembro de 2017, informou O Globo. Ao todo, outras 66 pessoas físicas e jurídicas foram atingidas pela decisão da Justiça.

O inquérito se baseia em depoimentos dos irmãos Joesley e Wesley Batista, proprietários do grupo J&F, que afirmaram aos investigadores que a empresa fez doações ilegais ao grupo político de Cid quando ele governou o Ceará.

De acordo com o inquérito, em 2010, Cid teria pedido a executivos a doação de R$ 5 milhões em troca da liberação de créditos tributários. Em 2014, o pedido teria sido de R$ 20 milhões, para financiar campanhas como a de Camilo, então candidato a governador apoiado por Cid.

Para conseguir a liberação, o então deputado federal Antônio Balhmann (PDT) teria prometido restituições tributárias de R$ 110 milhões. Em 2014, a Cascavel Couro, empresa do grupo, obteve R$ 97,5 milhões em créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Segundo O Globo, a investigação apurou que pessoas jurídicas ligadas à campanha de Camilo na primeira eleição teriam recebido R$ 9,8 milhões através de contratos fictícios, enquanto R$ 10,2 milhões teriam sido repassados pela J&F em doações ao PT e ao Pros, antigo partido de Cid.

Em nota, Camilo Santana afirmou “não ter conhecimento a respeito da informação publicada no O Globo, pois jamais foi sequer notificado para esclarecer qualquer fato a respeito do referido caso no âmbito da Polícia, do Ministério Público ou da Justiça Federal”.

O senador Cid Gomes, através da assessoria, disse “que ainda não houve notificação sobre a decisão da Justiça Federal do Ceará. O Senador defende que quem esteja em função pública não tenha sigilo nem fiscal nem bancário”. A assessoria do senador lembrou também que, em 2017, Cid Gomes colocou os sigilos à disposição da Justiça durante coletiva de imprensa na Assembleia Legislativa.

Matéria do Tribuna do Ceará

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