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Cachorro é morto brutalmente a pauladas por segurança do Carrefour

Procurada pela ANDA, a empresa ainda não se pronunciou sobre o caso

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A triste cena em nada perde para as que costumamos ver em filmes sobre psicopatas. Uma sala fechada e sangue por toda a parte. A vítima: um pobre cão que buscou abrigo no Hipermercado Carrefour da Av. Autonomistas de Osasco (SP). Mal sabia ele que no lugar de ajuda encontraria uma morte brutal e absolutamente desnecessária já que, se não o queriam dentro do mercado, bastava colocarem para fora sem qualquer agressividade.

A chocante história, infelizmente verídica, aconteceu nessa quarta-feira, dia 28 de novembro, e exatamente no “Mês Verde”, escolhido para ser o mês de combate ao abandono de animais. Esse cãozinho tão manso e meigo, certamente já teve um lar. Há algumas semanas, no entanto, ele entrou no mercado e passou a receber alimentação e carinho de alguns funcionários. Inocentemente acreditou que todos os humanos continuariam respeitando sua frágil vida. Mas não foi assim.

Um segurança o espancou quase até a morte sem, inclusive, dar-lhe a chance de fugir, pois, é exatamente o que ele faria se tivesse tido a oportunidade desde o primeiro golpe. Testemunhas alegam ter visto a agressão, só não se sabe por que não impediram o pior. Uma ONG foi acionada e recolheu o animal que acabou morrendo no CCZ tal era seu estado crítico. Suspeita-se também que foi envenenado por conta de vômitos, mas somente o laudo veterinário, previsto para semana que vem, poderá definir a causa da morte. No entanto, pela quantidade de sangue, até leigos podem arriscar dizer que ele foi morto com extrema brutalidade.

Procurado pela ANDA, o Carrefour ainda não se pronunciou sobre o caso. No Facebook, a empresa respondeu comentários dos internautas que cobraram um posicionamento oficial.

O Carrefour repudia qualquer tipo de maus-tratos. Afastamos a equipe responsável pela segurança do local no dia do ocorrido até que a apuração do caso seja finalizada e as devidas providências tomadas. Assim que vimos o animal, ele foi acolhido e alimentado por nós até que a Zoonoses chegasse para o atendimento”, diz o texto publicado na página.

Outra versão

Na tarde desta segunda-feira, a rede de supermercados deu uma nova versão sobre o caso, em nota à imprensa divulgada pela Veja São Paulo.

“Nossa apuração preliminar apontou que o cachorro estava circulando pelo estacionamento havia alguns dias. O Centro de Zoonoses de Osasco foi acionado por diversas vezes, mas não recolheu o animal. No dia do incidente, clientes se queixaram sobre a presença do cachorro, e, novamente, o órgão foi acionado.

Um funcionário de empresa terceirizada tentou afastá-lo da entrada da loja e imagens mostram que esta abordagem pode ter ocasionado um ferimento na pata do animal. O Centro de Zoonoses de Osasco foi acionado novamente e compareceu ao local para recolhê-lo. No entanto, no momento da abordagem dos profissionais do órgão para imobilização, o cachorro desfaleceu em razão do uso de um ‘enforcador’, tipo de equipamento de contenção.

Delegacia especializada de Osasco (D.I.I.C.M.A.) abriu inquérito e está investigando o caso. Estamos colaborando com as autoridades, disponibilizamos todas as informações e imagens para que o fato seja solucionado.”

Matéria do CatracaLivre

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Brasil

Professor estupra menino porque estava ‘triste’ com término de relação

Para fugir da prisão, o professor teria dormido alguns dias na rua

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Um professor de Belo Horizonte (MG) foi preso nesta quinta-feira (6/12) após confessar que estuprou um menino de 9 anos dentro de uma escola municipal da cidade. Segundo a polícia, Washington Laurent de Jesus disse, em depoimento na delegacia, que cometeu o crime porque estava se sentindo “triste após o fim de um relacionamento”.

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o crime teria sido cometido após o fim de uma aula. O autor do estupro afirmou ainda que usou drogas antes de realizar o abuso. A denúncia foi feita no dia 30 de novembro e, desde então, a polícia procurava pelo acusado.

Para fugir da prisão, segundo o jornal O Tempo, o professor teria dormido alguns dias na rua. Depois, foi para a casa de um conhecido e ficou hospedado até esta quinta. A criança foi encaminha para a assistência social para receber apoio psicológico.

Matéria do Metrópoles

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Brasil

Menina de 9 anos mata coleguinha de 10 ‘a mochiladas’ e puxões de cabelo

Duas adolescentes de 14 anos incitaram vítima a se defender em MS, diz polícia

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Dois golpes com uma mochila cheia de livros. Segundo a polícia, este foi o movimento feito por uma menina de 9 anos, contra a colega Gabriele Ximenes, de 10 anos, minutos após brigarem e uma ofender a mãe da outra. O caso ocorreu há 8 dias e a vítima morreu nessa quinta-feira (6), em Campo Grande. Duas adolescentes de 14 anos teriam incitado vítima a se defender.

“A menina de 9 anos e as adolescentes passaram a tarde na delegacia e foram ouvidas como testemunhas. A mais nova confirma que só ela agrediu com a mochila, sendo que as outras chegaram depois é só perguntavam se a vítima não ia se defender”, afirmou ao G1 a delegada Fernanda Félix, responsável pelas investigações.

No teor do depoimento, consta que as adolescentes informaram que “não encostaram um dedo sequer” na vítima e também não a conheciam anteriormente. “Elas dizem que nada fizeram, enquanto que a menina de 9 anos falou que as duas começaram a xingar a mãe da outra”, explicou Félix.

Durante esta semana, ainda de acordo com a delegada, a menina foi todos os dias na escola, com exceção dessa quinta (6). “A família não havia registrado ocorrência e a informação que temos é que ela não tinha nenhuma lesão aparente. Ela passou por unidades de saúde e hoje é que o médico da Santa Casa optou por fazer uma cirurgia”, comentou.

O procedimento foi realizado no lado direito do quadril da menina, em razão do diagnóstico de uma artrite séptica. “Ela sofreu quatro paradas cardíacas e também foi identificada uma infecção generalizada, hoje pela manhã. Eu acompanhei a necrópsia e a criança sofreu tromboembolismo pulmonar”, disse a delegada.

Nesta semana, a polícia também pretende ouvir funcionários da escola onde a menina estudava e também pedirá informações oficiais para unidades de saúde da cidade.

“Pretendo questionar o diretor se a menina passou mal algumas vezes na escola, em situações anteriores, inclusive chamando o Samu [Serviço de Atendimento Médico de Urgência] e encaminhando, possivelmente, ela para alguma unidade de saúde”, argumentou Félix.

O caso foi registrado como morte a esclarecer, na Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (Deaij). A delegada explica que não foi imputado as três envolvidas nenhum ato infracional por conta da idade delas, o que não é penalmente não é possível. Nem aos pais.

O caso

Gabrielly Ximenes, de 10 anos, foi agredida na saída da escola no dia 29 de novembro. A discussão teria começado em sala de aula. A criança chegou a citar o nome desta colega para o pai.

Após alguns minutos, segundo a polícia, a menina teria chamado outras 2 garotas, de 14 anos, que também bateram na criança. O fato aconteceu a cerca de 100 metros do portão da escola estadual onde as meninas estudam.

Gabrielly foi levada para a Santa Casa pelo Samu, ficou em observação por 1 dia, e foi liberada. No dia 4 de novembro, ela disse para a família que sentia muitas dores, foi levada para unidades de saúde, dia 5 voltou para o hospital, passou por cirurgia e morreu.

Matéria do G1

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Brasil

Gato é espancado por homem até a morte enquanto criança filma tudo; Assista

Após um cachorro ter sido morto em um supermercado de Osasco (SP), um novo registro de agressão a animais está causando polêmica na internet

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O caso aconteceu na Paraíba, na cidade de Itabaiana, agreste do estado. Embora não tenha data, o episódio de violência ganhou repercussão nesta quarta-feira (5) nas redes sociais após post de famosos e ONGs.

No vídeo, filmado por uma criança, um idoso conhecido como “Meu Santo” amarra o gato a um cabo de vassoura pelo pescoço e o joga diversas vezes no chão até a morte. É possível ouvir o barulho do corpo do bicho batendo forte contra o chão.

No fundo do vídeo é possível ouvir a criança que filma e outras pessoas dando risadas, chamando o homem de “matador de gato”.

Segundo Fabíola Rezende, presidente da ONG Anjos de Rua, a delegada responsável pela delegacia da região informou que não pode prender o homem. Ele deve pagar apenas uma multa.

Fabíola garante que acionará o Conselho Tutelar pois além do assassinato do gato, o idoso está induzindo a criança – que filma a cena – a fazer o mesmo no futuro.

Matéria da RedeTV

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