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BTG/FSB mostra Bolsonaro com 60% dos votos válidos e Haddad com 40%

Os dois oscilaram um ponto percentual, segundo o último levantamento. Na semana anterior, o capitão reformado aparecia com 59%, e o petista com 41%

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A menos de uma semana do segundo turno das eleições de 2018, a pesquisa BTG Pactual/FSB mostrou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 60% dos votos válidos. Já o presidenciável Fernando Haddad (PT) aparece com 40%. Os dois oscilaram um ponto percentual, segundo o último levantamento. Na semana anterior, o capitão reformado aparecia com 59%, e o petista com 41%.

O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (22/10). O instituto entrevistou 2 mil eleitores a partir de 16 anos por telefone, nas 27 unidades da federação, entre 20 e 21 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Os votos válidos calculados com base na soma das intenções de votos recebidas por todos os candidatos juntos. Ou seja, não são levados em consideração ‘branco’ ‘nulo’ ‘nenhum’. Considerado o número total de votos, Bolsonaro tem 52% das intenções. Ele oscilou 1 ponto percentual para cima segundo a última pesquisa. Já Haddad tem 35%, o mesmo número do levantamento anterior.

Rejeição e razões de voto

Haddad tem rejeição de 52%, contra Bolsonaro, com 38%. De acordo com a pesquisa, 85% dos eleitores do deputado dizem que ele é a melhor opção, e 10% votam nele porque querem impedir a vitória do adversário. Já no caso do ex-prefeito de São Paulo, 75% eleitores acreditam que ele é a melhor opção, e 18% não querem que o outro candidato vença.

No entanto, 76% já dá como “certa” a vitória de Bolsonaro, e apenas 17% acredita que o PT será vitorioso.

Sentimento das eleições

A pesquisa também questionou o “sentimento” com as eleições. Em média, 73% dos entrevistados dizem que estão decepcionados, 69% esperançosos, 63% com medo, e 43% dizem estar empolgados.

Matéria do Correio Braziliense

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Politica

Justiça manda soltar o ex-presidente Michel Temer

Ele será solto por decisão do desembargador Antonio Ivan Athié. Na sexta-feira, tribunal tinha informado que habeas corpus seria julgado na quarta-feira

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A Justiça determinou nesta segunda-feira (25) a soltura do ex-presidente Michel Temer, preso quinta-feira em São Paulo pela Força-Tarefa da Lava Jato no Rio. A decisão é do desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

A decisão também determina a soltura do ex-ministro Moreira Franco, de Coronel Lima, apontado como operador financeiro do suposto esquema criminoso comandado por Temer, e de outros quatro alvos da Operação Descontaminação: Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho e Vanderlei Di Natalie.

Na sexta-feira, o TRF2 tinha informado que os pedidos de habeas corpus do ex-presidente Michel Temer (MDB) e de Moreira Franco (MDB) seriam julgados apenas na quarta-feira (27).

A corte também tinha informado que o caso não será analisado monocraticamente — ou seja, apenas pelo relator — e que iria para a Primeira Turma Especializada.

Athié argumentou na decisão desta segunda que todos os pedidos foram feitos até 17h de sexta-feira, mas que não houve tempo hábil de tomar uma decisão ainda na semana passada. “Não tinha, assim, a menor condição de, naquela tarde, decidir com segurança”, escreveu.

O desembargador diz ainda que aproveitou o fim de semana para ler todos os documentos. Na quarta, a Primeira Turma Especializada julgaria o caso.

“Ao examinar o caso, verifiquei que não se justifica aguardar mais dois dias para decisão, ora proferida e ainda que provisória, eis que em questão a liberdade. Assim, os habeas-corpus que foram incluídos na pauta da próxima sessão, ficam dela retirados”.

O ex-presidente estava preso na superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, em uma sala da corregedoria, no terceiro andar do prédio. É uma das poucas salas no edifício com banheiro privativo. O local tem frigobar, ar-condicionado e cerca de 20 m². Será instalada uma TV na sala.

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Politica

URGENTE! Ex-presidente Michel Temer é preso pela Lava Jato; PF faz buscas por Moreira Franco

Mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Procurada pela G1, a defesa do ex-presidente não atendeu

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O ex-presidente Michel Temer foi preso em São Paulo na manhã desta quinta-feira (21) pela força-tarefa da Lava Jato. Os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Preso, Temer é levado para o Aeroporto de Congonhas, onde vai embarcar em um voo e será levado ao Rio de Janeiro. O ex-presidente vai fazer exame de corpo de delito no IML em um local reservado. Ele não deve ser levado à sede da Polícia Federal da Lama.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro.

Desde quarta-feira (20), a PF tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

O G1 ligou para a defesa de Temer, mas até as 11h25 os advogados não haviam atendido a ligação. Ainda não está claro a qual processo se referem os mandados contra Temer e Moreira Franco.

O ex-presidente Michel Temer responde a dez inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo. Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer já não tinha mais foro privilegiado. Por isso, assim que deu a autorização, o ministro enviou os inquéritos para a primeira instância.

Entre outras investigações, Temer é um dos alvos da Lava Jato do Rio. O caso, que está com o juiz Marcelo Bretas, trata das denúncias do delator José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. O empresário disse à Polícia Federal que pagou R$ 1 milhão em propina, a pedido do coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do presidente Michel Temer. A Engevix fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3.

Michel Temer (MDB) foi o 37º presidente da República do Brasil. Ele assumiu o cargo em 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff, e ficou até o final do mandato, encerrado em dezembro do ano passado.

Eleito vice-presidente na chapa de Dilma duas vezes consecutivas, Temer chegou a ser o coordenador político da presidente, mas os dois se distanciaram logo no começo do segundo mandato.

Formado em direito, Temer começou a carreira pública nos anos 1960, quando assumiu cargos no governo estadual de São Paulo. Ao final da ditadura, na década de 1980, foi deputado constituinte e, alguns anos depois, foi eleito deputado federal quatro vezes seguidas. Chegou a ser presidente do PMDB por 15 anos.

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Lula e filho são indiciados pela PF por lavagem de dinheiro

O ex-presidente e Luleco são acusados também por tráfico de influência no inquérito sobre pagamentos de propina à companhia Touchdown

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Operação Lava Jato, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Luís Cláudio Lula da Silva, mais conhecido como Luleco, foram indiciados pela Polícia Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

O indiciamento se deu no inquérito que apura pagamentos de propina à empresa Touchdown.

As investigações tiveram inicio no ano de 2017 a partir das delações da companhia Odebrecht, alvo da Lava Jato. A PF afirmou que Luleco recebeu mais de R$ 10 milhões de grandes patrocinadores, sendo que o capital social da empresa era de R$ 1 mil.

No acordo de colaboração de Alexandrino Alencar está os recibos de pagamento da Concept, empresa contratada por Luleco para ajudar na “criação de uma liga de futebol americano no Brasil”. Os serviços de Alencar estavam 600% acima do valor convencional de mercado.

Segundo Alencar, no ano de 2011 Lula teria pedido ajuda a Emílio Odebrecht para que o filho iniciasse a carreira de empresário. “Então, ele pede isso de uma maneira digamos, eu diria, de um pai pedindo para outro pai muito interessante esse evento. E na mesma maneira, Lula pede para ele que se pudesse ajudar o filho dele a iniciar uma carreira empresarial”, disse ele, em depoimento.

A Polícia Federal aponta que Luís Cláudio usou um “laranja” para movimentar dinheiro ilícito. Os investigadores concluíram que uma empresa de recreação e produção de doces e salgados, que tem capital social de apenas R$ 1 real recebeu, só em 2013, cerca de R$ 846 mil da Touchdown.

A pedido da PF, a juíza Bárbara de Lima Issepi, da 4° Vara Criminal Federal de São Paulo, definiu que a investigação seja encaminhada para uma vara especializada em crimes financeiros.

Outro lado

Segundo a defesa do ex-presidente, o relatório da Polícia é “opinativo, com fragilidade jurídica e distanciamento da realidade dos fatos”.

Confira a nota da defesa na íntegra:

“O relatório produzido pela autoridade policial não tem qualquer implicação processual e muito menos afasta a garantia constitucional da presunção de inocência em favor do ex-Presidente Lula e de seu filho Luis Claudio.

Trata-se de mero documento opinativo, com enorme fragilidade jurídica e distanciamento da realidade dos fatos, que dá sequencia ao “lawfare” praticado contra Lula e seus familiares.

Lula jamais solicitou ou recebeu, para si ou para terceiros, qualquer valor da Odebrecht ou de outra empresa a pretexto de influir em ato da ex-Presidente Dilma Rousseff ou de qualquer outro agente público. Tampouco teve qualquer atuação nas atividades da Touchdown, empresa de titularidade de seu filho Luis Claudio que organizava um campeonato nacional de futebol americano.

Luis Claudio, por seu turno, comprovou serem mentirosas as afirmações de delatores da Odebrecht. A empreiteira jamais suportou os custos de fornecedores da Touchdown. Especificamente no caso do grupo Concept, referido por tais delatores, Luis Claudio apresentou o contrato de prestação de serviços firmado com a Touchdown e comprovou ter feito todos os pagamentos dos honorários contratados e das despesas incorridas durante a prestação dos serviços.

Espera-se que o Ministério Público Federal de São Paulo, a quem cabe a análise do material, siga a lei e encerre o caso em relação ao ex-presidente Lula e a Luis Cláudio, tendo em vista que eles não praticaram qualquer ato ilícito.”

Matéria do Metrópoles 

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Politica

Trump e Bolsonaro trocam camisas das seleções de futebol

Após a reunião reservada de cerca de 20 minutos na Casa Branca, Bolsonaro e Trump e as comitivas do Brasil e dos Estados Unidos terão um encontro ampliado

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Os presidentes Jair Bolsonaro e dos Estados Unidos, Donald Trump, trocaram hoje (19) presentes. Um entregou ao outro camisas oficiais das seleções de futebol. Segundo o norte-americano, o presente era uma homenagem ao Brasil, que é uma potência no futebrol.

Trump presenteou Bolsonaro com a camisa de número 19 – em alusão ao ano de 2019. “O Brasil é um grande país. A grande potência do futebol. Tem grandes jogadores, posso lembrar de Pelé e tantos outros” , disse.

De presente, Trump ganhou uma camisa de número 10 – igual à que Pelé usou quando estava na ativa. Bolsonaro disse que a escolha do número 10 foi por causa das muitas alegrias que Pelé deu ao Brasil. “A camisa que simboliza o maior jogador de todos os tempos”, disse.

+ De volta à Câmara sob vaias e elogios, Aécio evita holofotes

Após a reunião reservada de cerca de 20 minutos na Casa Branca, Bolsonaro e Trump e as comitivas do Brasil e dos Estados Unidos terão um encontro ampliado.

A viagem aos Estados Unidos é a primeira em caráter bilateral do presidente Bolsonaro.

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Politica

Avaliação negativa de Bolsonaro cresce 7 pontos em um mês, mostra XP/Ipespe

Nível de “ótimo” ou “bom” atribuído à gestão Bolsonaro é mais baixo do que o registrado por outras pesquisas durante os governos Collor, FHC, Lula e Dilma

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Antes de completar 3 meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve sua primeira queda no nível de aprovação e elevação de rejeição junto à população. É o que mostra a quinta pesquisa mensal da série XP/Ipespe, realizada entre os dias 11 e 13 de março.

Segundo o levantamento, as avaliações positivas (“ótimo” ou “bom”) do presidente caíram de 40% em fevereiro para 37%, ao passo que as negativas (“ruim” ou péssimo”) saltaram de 17% para 24% no mesmo período. Já o grupo de eleitores que veem o governo como “regular” se manteve em 32%, enquanto 8% não souberam ou não quiseram opinar.

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O nível de “ótimo” ou “bom” atribuído à gestão Bolsonaro em março é mais baixo do que o registrado por outras pesquisas durante os governos de Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso (primeiro mandato), Luiz Inácio Lula da Silva (os dois mandatos) e Dilma Rousseff (primeiro mandato) em momentos similares.

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De acordo com a pesquisa, as expectativas para o restante do mandato de Bolsonaro caíram pelo segundo mês seguido. Em janeiro, 63% esperavam uma gestão ótima ou boa, percentual que caiu para 60% em fevereiro e agora está em 54%. Já o grupo dos que esperam um mandato ruim ou péssimo saltou para 20% após ficar em 15% nos dois meses anteriores.

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Mudanças relevantes também se observam na percepção dos entrevistados sobre o noticiário que envolve o governo e o presidente Jair Bolsonaro. Para 43%, a maioria das notícias veiculadas recentemente na televisão, nos jornais, nas rádios e na internet eram mais desfavoráveis à atual gestão. Em fevereiro, este percentual estava em 24%. Do outro lado, 21% veem notícias mais favoráveis ao governo, 13 pontos percentuais a menos do que a marca do mês anterior.

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Nesse sentido, as recentes publicações polêmicas de Bolsonaro nas redes sociais, caso da divulgação de vídeo obsceno de um bloco de Carnaval em São Paulo, tiveram repercussão negativa entre a maioria dos eleitores ouvidos pela pesquisa.

Segundo o levantamento, 72% tomaram conhecimento da publicação. Desses, 59% consideraram o conteúdo inadequado, ao passo que 27% classificaram a postagem como adequada e 3% disseram ser indiferente.

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Previdência

A pesquisa também ouviu a opinião dos eleitores sobre a reforma da Previdência, prioridade na agenda legislativa do governo neste momento. Na avaliação de 64% dos entrevistados, a medida é necessária. O resultado é o mesmo do mês anterior e está 7 pontos abaixo dos números de janeiro. Já o grupo contrário à reforma chegou a 31%, 2 p.p. a mais do que o resultado de fevereiro e 9 p.p. acima dos números de janeiro.

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Quanto a pontos específicos da reforma, a maior taxa de concordância dos entrevistados se dá sobre as regras para servidores públicos em geral e militares das Forças Armadas – embora neste último caso ainda não se conheça os detalhes do que será proposto pelo governo para a categoria –, ao passo que maior resistência aparece no caso da idade mínima para aposentadoria e das mudanças nas regras para policiais, bombeiros e professores.

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Metodologia

A pesquisa XP/Ipespe foi feita por telefone e ouviu 1.000 entrevistados em todas as regiões do país. Os questionários foram aplicados por entrevistados e submetidos a fiscalização posterior. O nível de confiança é de 95,45%, o que significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob as mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem máxima de erro, estabelecida em 3,2 pontos percentuais.

Matéria do InfoMoney

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