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Brasil

Após estuprar cachorro, homem abusa da enteada de 10 anos e oferecer presentes pelo silêncio dela

Segundo delegada, padrasto abusou sexualmente de um cachorro antes de estuprar a criança. Caso foi descoberto pelo pai da menina, que percebeu que filha estava nervosa

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Um homem de 53 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada de 10 anos de idade após abusar sexualmente de um cachorro, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, após cometer os abusos, padrasto disse à vítima que daria presentes a ela se ela não contasse do ocorrido para ninguém. Estupro foi descoberto pelo pai da criança, que disse ter percebido um comportamento estranho na filha.

O G1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito.

Segundo a delegada Renata Vieira, da Delegacia de Proteção à Criança e ao adolescente de Trindade, o estupro ocorreu enquanto a mãe da criança havia ido trabalhar.

“Ela [vítima] relata que o padrasto foi levar a mãe dela para o trabalho, isso por volta de 4h30. Ela disse que quando ele voltou para casa, ela percebeu que ele estava praticando atos sexuais com o cachorro da casa, então ela fingiu que estava dormindo. Depois, ele foi para cima dela e passou a praticar atos libidinosos também com ela”.

“Ela disse que tentou fingir que continuava dormindo, mas começou a doer e foi o momento em que ela gritou, certamente foi o momento em que ele tentou fazer penetração nela”, disse a delegada.

O homem foi preso na manhã de terça-feira (27), em Trindade, um dia após o crime. De acordo com a delegada, o caso chegou à Polícia Civil depois que o pai da menina percebeu que ela estava nervosa. Segundo ela, ao questionar a filha, ele soube dos abusos e procurou, imediatamente, a delegacia da cidade.

A investigadora disse que a menina mora com o pai e estava passando fim de semana na casa da mãe. O crime, de acordo com ela, ocorreu na madrugada de segunda-feira (26).

“Depois do estupro, ele mandou ela tomar banho, levou ela para casa do pai dela, pediu para ela guardar segredo. Disse que seria um segredo dos dois e que ele daria presentes para ela enquanto ela ficasse em segredo. Só que o pai dela disse que quando ela chegou em casa, ela estava muito nervosa e, ao questioná-la, ela revelou o estupro”, disse a investigadora.

Após o caso chegar à Polícia Civil, foi solicitado um laudo, cujo resultado, conforme a delegada, confirmou o abuso sexual ainda. Após a comprovação, a corporação representou pela prisão do suspeito e cumpriu o mandado na manhã de terça-feira.

De acordo com a delegada, o homem deve responder por estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado, já na segunda-feira, para a unidade prisional da cidade.

Matéria do G1

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Mãe mata filha de um ano com golpes de marreta e ateado fogo no corpo da criança

A suspeita é que a mulher tenha problemas psicológicos

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Uma criança de 1 ano e 8 meses foi morta com golpes de marreta pela mãe identificada como Alessandra Fiuza Neves, na manhã desta quinta-feira (21), no Parque Santa Rita, em Goiânia.

De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher utilizou uma marreta e quebrou crânio, pernas e braços da menina. Depois, ela jogou a criança em um entulho no quintal da residência e ateou fogo.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estão no local do crime. A mãe, que estava em estado de choque, foi levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela será encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.

Matéria do Mais Goiás 

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Brasil

Militares de Maduro atiram contra índios na fronteira com Brasil, matam 2 e deixam vários feridos

Ao menos duas pessoas morreram e 14 ficaram feridas; fronteira foi aberta temporariamente para passagem de duas ambulâncias com destino à Boa Vista

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Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos duas pessoas mortas e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.

O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22. A cidade fica a cerca de 70 km de Santa Elena de Uairén, na divisa com o Brasil.

Os mortos são Zorayda Rodriguez, de 42 anos, e Rolando García, segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo De Grazia. Outras 14 pessoas ficaram feridas pelos disparos, algumas em estado grave.

De acordo com De Grazia, Rolando García foi transferido para o hospital de Pacaraima, mas não sobreviveu.

Os venezuelanos com ferimentos nos membros inferiores foram transferidos para o Hospital Rosario Vera Zurita, na cidade de Santa Elena de Uairén. Já os com ferimentos em membros superiores foram enviados para o Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista.

Segundo o deputado venezuelano Angel Medina Devis, os hospitais no país não possuem medicamentos e equipamentos adequados para tratá-los.

O bloqueio na fronteira em Pacaraima foi temporariamente suspenso para a passagem de duas ambulâncias que transportavam os feridos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, os feridos transportados ao Brasil saíram da Venezuela por volta das 11h do horário de Brasília e devem chegar a Boa Vista em breve.

O confronto

De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil.

Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.

Após o confronto, ao menos 30 moradores saíram às ruas e sequestraram três soldados venezuelanos. Segundo Tamara Suju, advogada e defensora dos direitos humanos, eles só serão liberados pelos indígenas caso o ministro da Defesa da Venezuela, Padrino López, vá buscá-los pessoalmente.

Os responsáveis pelo ataque aos civis, segundo dirigentes da oposição, são agentes da Guarda Nacional Bolivariana e da Força Armada Nacional Bolivariana.

Os ativistas pertenciam à tribo indígena Pemones, que se uniu ao esforço da oposição para levar as doações do Brasil, Estados Unidos e outras nações aos venezuelanos.

A mulher que morreu é uma vendedora de empanadas que estava na área onde ocorreu o enfrentamento, a comunidade de Kumaracupay, enquanto os feridos são todos homens.

Apenas três deles, e devido à gravidade do seu estado, foram transferidos imediatamente a um centro de saúde, pois, segundo De Grazia, não havia gasolina nem ambulâncias para transferir os demais de imediato. A ajuda chegou algum tempo depois e transportou mais algumas pessoas para receber cuidados no Brasil.

Na entrada da comunidade de Kumaracapai há uma placa com a inscrição “Guaidó presidente”. “Nunca apoiamos ou apoiaremos a ditadura”, disseram os índios a repórteres no local.

Bloqueio da fronteira

Na quinta-feira 21, o governo chavista de Maduro ordenou o bloqueio da fronteira com o Brasil por período indeterminado. O espaço aéreo entre os países também foi suspenso, por determinação do Instituto Nacional de Aeronáutica Civil.

O presidente venezuelano quer impedir que os venezuelanos entrem no Brasil para buscar a ajuda humanitária doada pelo governo brasileiro.

Maduro afirma que as ajudas são um “presente podre” que carrega o “veneno da humilhação”, apesar de reconhecer as dificuldades que a Venezuela atravessa. O chavista também já disse que não permitirá a entrada das doações, pois são uma tentativa de “invasão estrangeira”.

Além, do Brasil, Colômbia e Estados Unidos se mobilizam para enviar ajuda humanitária aos venezuelanos. Canadá e União Europeia (UE) também anunciaram doações em dinheiro, destinadas principalmente aos refugiados do país.

A situação econômica desastrosa da Venezuela é considerado pela ONU a mais maciça da história recente da América Latina. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas está asfixiado por uma profunda crise e pela hiperinflação, além de ser alvo de sanções financeiras dos Estados Unidos.

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Brasil

Mãe mata a filha de 3 anos, tortura, quebra membros e estupra com cano

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa

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Uma criança de apenas três anos de idade foi assassinada na manhã do último domingo, na comunidade Baixão Grande, em São Domingos do Maranhão, estado do Maranhão. A autora do Crime é a própria mãe da vítima, identificada como Deilandia dos Santos Assunção, de 19 anos.

O crime causou bastante repercussão na localidade. A população tentou linchar a acusada, em razão da crueldade com que se deram os fatos, mas a Polícia Militar evitou a ação e efetuou a prisão da suspeita.Além da mulher, o seu esposo, padrasto da criança, também foi preso. Segundo informações do delegado Rildo Portela, titular da 13ª Delegacia Regional de Presidente Dutra, a autora foi presa em flagrante por ter matado a sua filha de três anos.

Conforme o delegado Portela, a suspeita torturou a menina até a morte, quebrando seus braços e pernas e, como se não bastasse, ainda introduziu um pedaço de cano nas suas partes intimas e desferiu várias pancadas na cabeça, causando cortes profundos.

Segundo o delegado Portela, o principal suspeito de ter cometido o crime bárbaro era o padrasto da menina, mas, em seu depoimento, ele negou ser o autor do crime. Ainda, de acordo com Portela, a mãe da vítima confessou em seu depoimento que assassinou a própria filha.

Portela ainda disse que a acusada tinha pisado em cima da vítima e quebrado os seus braços e pernas. Conforme a polícia, a mulher também relatou que violentou a própria filha introduzindo um pedaço de cano nas suas partes íntimas.

Segundo o que consta no depoimento da acusada, ela assassinou a menina porque ela dava muito trabalho, chorava muito e, no dia do crime, ela teria defecado na roupa.

O esposo da mulher prestou seu depoimento e, logo após, foi liberado, mas a polícia continuará o investigando. Também vai colher depoimentos de vizinhos. A acusada está presa e ficará à disposição da Justiça.

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