Uma mulher de Myanmar, de 33 anos, está sendo acusada e abuso infantil após colocar sua filha de sete anos, amarada com uma corrente e um cadeado na perna em frente ao seu apartamento no distrito de Muang, em Phuket, na Tailândia. Conforme relatos da polícia, a mulher disse que espancou a filha e a amarrou pelo fato da filha ser muito desobediente. Segundo informações da imprensa local, o incidente aconteceu na segunda-feira (4).

Imagens da garotinha acorrentada foram compartilhadas nas mídias sociais tailandesas e logo as queixas subsequentes de abuso infantil se tronaram viral. Assim que o caso veio à tona, policiais foram até a residência da vítima para inspecionar o local na terça-feira (5).

Uma vizinha da acusada identificada como Passerby Nannaat Rattana, de 30 anos, disse que teve dó da família pois eles são muitos pobres.

“Eu não tinha certeza se era uma boa ideia tirar fotos da garota, mas eu não sabia o que fazer. A família era muito pobre e senti pena deles. Eu lhes dei comida enquanto eu estava comendo. Havia dois deles, uma jovem e um irmão”, disse uma vizinha. Conforme os policiais que atenderam a ocorrência, disseram que usar um intérprete da língua de Myanmar para conversar com a família da vítima. A mãe da vítima e o padrasto da garotinha foram levados para uma unidade policial de Muang Phuket para registrar o incidente.

Os oficiais levaram a menina e seu irmão de nove anos a cuidados temporários enquanto aguardava um inquérito sobre a situação da família.

De acordo com a polícia, a mãe da vítima afirmou que a menina era impertinente e que a corrente era usada para evitar que isso causasse mal, enquanto a mãe cuidava de uma criança de seu irmão de um mês. Conforme relatos da imprensa local, o casal trabalhava na indústria de construção civil. Informações repassadas pelos policiais, a garotinha apresentava vários hematomas pelo corpo, acrescentando que a mãe da menina admitiu ter batido na filha.

Atchara Surakul, chefe do atendimento familiar de Phuket, disse que a mulher tem cinco filhos, quatro deles de seu marido anterior. Três deles e a vítima, vieram ficar com ela na Tailândia há cinco meses. Atchara disse que as autoridades não queriam levar os filhos para longe, mas acabou levando apenas duas crianças como uma medida temporária. Ele disse que as autoridades conversariam com a mãe sobre como criar os filhos. Uma equipe multidisciplinar também discutiria formas concretas para ajudar a família. Qual a sua opinião sobre esse crime bárbaro? Compartilhe seus pensamentos na seção de comentários abaixo.

Via Notícias F5